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Divisão de Honra: Cinfães queixa-se da arbitragem no jogo em Resende

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 Divisão de Honra: Cinfães queixa-se da arbitragem no jogo em Resende - Jornal do Centro
16.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Divisão de Honra: Cinfães queixa-se da arbitragem no jogo em Resende - Jornal do Centro
16.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Divisão de Honra: Cinfães queixa-se da arbitragem no jogo em Resende - Jornal do Centro

Um jogo marcado por erros de arbitragem. É desta forma que o treinador do Cinfães aborda a derrota que a equipa sofreu em Resende por uma bola a zero. O técnico queixa-se de um penalty por marcar e do critério do árbitro na amostragem de cartões amarelos que poderiam resultar em expulsão de jogadores do Resende. “Houve vários casos de arbitragem. Acabou por ser um bom jogo. São duas equipas que têm uma identidade e uma forma diferente de pensar o jogo. O Resende joga um futebol muito direto e procura muito o contacto físico. O Cinfães tem a nossa matriz de jogo”, começa por dizer o treinador do Cinfães ao Jornal do Centro.

Luciano Cerdeira entende que o Cinfães esteve melhor. “Dominámos completamente o jogo e depois há o fator externo que não conseguimos controlar e não depende de nós. Foi isso que definiu o jogo. Há segundos amarelos por mostrar, provocações, há penalty não assinalado. As imagens são claríssimas”, adianta o treinador do Cinfães.

Na resposta, Paulo Amor, treinador do Resende diz não ter visto o lance da grande penalidade. É importante ressalvar que o golo da vitória surge já nos dez minutos finais do jogo e que o penalty que o treinador do Cinfães entende ter ficado por assinalar a seu favor acontece muito pouco tempo antes desse golo decisivo.

O treinador do Resende garante que se tivesse a certeza dizia o que pensa do lance, independentemente de ser a favor ou contra a equipa que orienta. “Estou no lado totalmente contrário. Tento sempre ser o mais correto possível. A informação que tenho é que há um jogador nosso que chega primeiro à bola, faz o corte. Se depois há contacto ou não, não me sabem dizer se é dentro, se é fora. Se é um lance que causa dúvida ou conflito, admito que sim”, descreve Paulo Amor.

Já sobre os amarelos, o treinador do Resende defende que o árbitro quis que o jogo corresse. “Deviam queixar-se dos dois lados. Embora possa haver lances de amarelo para o nosso lado, se calhar, antes do meio da primeira parte, havia uma equipa com inferioridade numérica, porque houve uma falta para segundo amarelo. O árbitro tentou gerir o jogo. Atendendo a que é um derby, deixou jogar o mais que se pudesse. Se calhar pode ter sido traído em alguns lances pela impetuosidade que os jogadores puseram”, descreve Paulo Amor.

Com a derrota em Resende, o Cinfães perdeu a liderança da Divisão de Honra. É o Resende quem ocupa, nesta fase, o primeiro lugar. Faltam 9 jornadas para se conhecer o campeão distrital.

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