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Athletes stand on a podium: first place in center with green pants and white shirt, holding a certificate and wearing gold medal, flanked by second and third place winners on red/blue outfits; backdrop reads WMAC DAEGU 2026 with flags and sponsor logos.
Exterior of Cine-Teatro de Vouzela with three vertical posters mounted on the stone facade
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Dono da Fruut quer comprar empresa falida de Moimenta da Beira

10.01.24
fotografia: Jornal do Centro
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10.01.24
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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O empresário Henrique Cabral Menezes, dono da marca de fruta desidratada Fruut, quer comprar uma empresa de maçãs falida em Moimenta da Beira. O gestor, que foi administrador financeiro da Caixa Geral de Depósitos (CGD), está disposto a pagar até seis milhões de euros para ficar com a Desfruta.

A informação é avançada pelo Jornal de Negócios. A Desfruta declarou insolvência no último verão e despediu os cerca de 40 trabalhadores por falta de dinheiro para pagar os salários, tendo dívidas de aproximadamente 11 milhões de euros. A empresa ainda apresentou um plano de recuperação aos credores, mas o documento acabou por ser chumbado e o Tribunal decretou a liquidação dos ativos.

Agora, Henrique Cabral Menezes mostra-se disponível para comprar a Desfruta. O empresário adianta que, com esta aquisição, passaria a conservar 18 mil toneladas espalhadas por quatro instalações.

Henrique Menezes já investiu 15 milhões de euros no setor das maçãs desde 2017, depois de ter renunciado à administração da CGD. Nesse ano, deixou Lisboa e regressou a Viseu para gerir o negócio familiar da Quinta de Vilar. O empresário tem agora 65 hectares de produção, a maioria (42) no concelho de Sátão.

Desde que o projeto da Fruut arrancou há mais de dez anos, já foram salvas quase 10 mil toneladas de fruta e vendidas 25 milhões de embalagens em 35 países.

Em maio passado, a Quinta de Vilar comprou a empresa Frutas Cruzeiro em Armamar por quatro milhões de euros, tornando-se dona da maior operadora de capacidade de conservação da maçã na zona da Beira Interior e passando a conservar 12 700 toneladas de fruta fresca.

Em 2023, o volume de negócios do grupo de Henrique Menezes ultrapassou os nove milhões de euros. Para 2024, a expetativa é atingir os 11 milhões de euros. A Quinta de Vilar emprega atualmente 73 pessoas, das quais 28 estão alocadas à Fruut.

As exportações representaram 45 por cento das vendas da Quinta de Vilar, com destaque para os mercados inglês, espanhol, escandinavo, holandês, israelita e coreano.

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