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Costuma dizer-se que a sorte dá muito trabalho e Tiago Macena sabe bem o que isso é. Natural da Guarda, a viver em Viseu e a trabalhar no Dão (e em outras regiões), o enólogo está a um passo – ou a uma tese – de ser o primeiro português Master of Wine (MW). Para que a “sorte” esteja cada vez mais próxima, os últimos anos de Tiago Macena tem sido de trabalho, estudo, persistência, muita dedicação e alguns dissabores.
Alcançar as duas letras mágicas não é tarefa fácil e os números comprovam-no. Segundo dados do Institute of Masters of Wine, existem atualmente 414 MW, de 31 países. O primeiro exame no instituto, que tem centros na Califórnia, Londres e Adelaide (Austrália), realizou-se em 1953.
Tiago Macena inscreveu-se pela primeira vez no Institute of Masters of Wine há 11 anos e a hipótese de ser um dos profissionais reconhecidos com o título de excelência no conhecimento dos vinhos surgiu por acaso. “Entrei em 2012 após uma masterclass em Vila Nova de Gaia que, no final, tinha um exame de admissão. Eram quatro vinhos que tinham que ser provados e depois era preciso responder a uma pergunta. Acabei por passar”, recorda.
Mas a caminhada rumo ao objetivo nem sempre foi fácil e foram vários os percalços. Primeiro uma paragem logo no segundo ano de formação e depois, mais tarde, as provas sem aprovação (durante a formação de três anos são realizadas três provas práticas e cinco exames teóricos).
(Para ler na íntegra na edição do Jornal do Centro)