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Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a saúde

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 Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a saúde - Jornal do Centro
02.03.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a saúde - Jornal do Centro
02.03.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a saúde - Jornal do Centro

São temas que eram atuais há dois anos, há seis anos ou mesmo há 10 anos e dos quais podemos associar muitos outros problemas da região. São o que alguém chamou “alarmante” depressão demográfica e o agravamento da assimetria territorial.

A partir de uma realidade que cada vez tem vindo a ser mais visível, o Jornal do Centro, em conjunto com o Jornal da Beira e VFM, promoveu um debate com os cabeças de lista pelo círculo eleitoral de Viseu para as Eleições Legislativas de 2024.

Um debate que serviu para tocar nos diferentes setores e as políticas destinadas que cada partido com assento parlamentar defende para o território que os vai eleger a 10 de março.

A requalificação do IP3, a abolição das portagens na A25 e na A24, o melhoramento e implementação de ferrovia na região, o centro de radioterapia, o Hospital Psiquiátrico de Abraveses, os investimentos entre Serviço Nacional de Saúde ou Parcerias Público-Privadas foram alguns dos temas abordados. Foram ainda discutidos temas como o apoio aos agricultores, o investimento na floresta e a consolidação da coesão territorial, assim como os incentivos para atrair habitantes para um distrito com cada vez menos população.

Juntos para debater durante cerca de duas horas estiveram Alexandre Hoffman da CDU, António Leitão Amaro da AD, Carlos Filipe da IL, Carolina Pia do PAN, Elza Pais do PS, João Tilly do Chega e José Miguel Lopes do BE. Aqui ficam as propostas e convicções dos candidatos.

Elza Pais (PS)
Uma crise pandémica obrigou a canalizar os esforços para apoiar as pessoas. A pandemia introduziu algumas dificuldades, mas estamos aqui para resolvê-las. Temos uma população portuguesa muito envelhecida que precisa de ir mais aos serviços de saúde. A pandemia até levou ao atraso das autoestradas. Quase que deixámos de viver durante dois anos. O Partido Socialista planeia reinvestir na saúde mental, com a implementação de um maior número de psicólogos, quer nos centros de saúde como nas escolas e nas instituições de ensino superior

António Leitão Amaro (AD)
A situação em que se encontra o SNS é uma herança de oito anos do PS e de dois parceiros, porque este drama na saúde tem a marca do PCP e do BE. É desejo da AD devolver a medicina familiar a todos os portugueses no prazo de dois anos e contratar médicos públicos já reformados que podem fazer consultas familiares

João Tilly (Chega)
Portugal é um dos países da União Europeia com maior número de médicos por mil habitantes, um número que corresponde a 4,3. Os médicos devem estar a ir para o privado, porque no público não há. O Hospital de Viseu está a rebentar pelas costuras. Se toda a gente está a comprar seguros de saúde e mesmo assim o SNS está cada vez pior, é um sinal de que o público também tem limites

José Miguel Lopes (Bloco de Esquerda)
É preciso novas formas de contratar pessoas para o SNS. Há material obsoleto de radiologia um pouco por todo o distrito. A extensão de saúde de São Cipriano tem lá ratos… ratos! As Unidades Locais de Saúde (ULS), que são um passo atrás. Quando falamos do investimento em cuidados primários, é preciso ver que as ULS são uma visão ‘hospitalocêntrica’. O serviço de atendimento permanente em Mangualde foi uma promessa feita para o fim da pandemia. Disseram às populações da região que ia reabrir depois da pandemia. Pois, ainda não abriu e estamos em 2024. As parcerias público-prrivadas falharam em cada uma das suas métricas

Filipe Jesus (Iniciativa Liberal)
A saúde neste momento é o acesso universal e gratuito a listas de espera. É necessário retomar as parcerias público-privadas

Alexandre Hoffmann (CDU)
O erro “começou na criação das administrações hospitalares e no olhar da saúde de uma perspetiva salarial”. “Mais de metade do financiamento público paga o privado. A reabertura de valências hospitalares, a contratação de médicos e a reconversão do antigo Hospital Psiquiátrico de Abraveses, todas estas coisas revolvem-se revertendo logo que possível para o SNS este financiamento que sai do Orçamento do Estado e que está a financiar o negócio da saúde”

Carolina Pia (PAN)
É necessária a criação do centro de radioterapia e a implementação de um tratamento oncológico mais especializado e mais próximo das pessoas. Consagração dos técnicos do INEM e dos enfermeiros enquanto profissão de risco. Precisamos de apostar na medicina preventiva antes do tratamento

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