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Em Aguiar da Beira, a seca sente-se, principalmente, na agricultura

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 Em Aguiar da Beira, a seca sente-se, principalmente, na agricultura - Jornal do Centro
01.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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01.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Em Aguiar da Beira, a seca sente-se, principalmente, na agricultura - Jornal do Centro

A Câmara de Aguiar da Beira apela à população do concelho para o consumo racional da água devido ao período de seca e garante que está atento à situação que afeta a região.

Para já, a seca só está a ter impacto na agricultura local, mas a autarquia não exclui construir novas charcas de água para o verão. O presidente da Câmara Municipal, Virgílio Cunha, garante que a água pública continua a ser abastecida.

“Efetivamente, há seca a nível dos solos e dos terrenos com efeitos nos sistemas de regas e culturas e nomeadamente no caudal do rio, que está muito baixo. Mas, a nível do abastecimento de água, felizmente não temos problemas até porque nós temos a Barragem da Fumadinha, que ainda está na sua cota máxima”, assegura.

O autarca espera não ter problemas no abastecimento de água “a menos que esta estiagem se prolongue por muito tempo”.

Virgílio Cunha assegura, mesmo assim, que a Câmara já está a tomar algumas medidas de sensibilização. “Estamos a alertar para a poupança da água, para que as pessoas não regem o jardim se não for necessário e poupar nas torneiras”, diz.

Por outro lado, o presidente do município antevê também a construção de novas represas e bolsas de água para precaver eventuais ruturas de abastecimento.

“Vamos precaver para o verão construindo, já dentro de pouco tempo, algumas charcas para podermos abastecer para a rede pública e até para os bombeiros e lavagens de rua”, remata.

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