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Empresa de Mortágua apoia start-ups com projetos para combater cancro

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 Empresa de Mortágua apoia start-ups com projetos para combater cancro

A empresa farmacêutica Basi, sediada em Mortágua, anunciou o lançamento do projeto Basi Innov.Bio.Tech, em parceria com a consultora de inovação colaborativa Beta-i.

Segundo refere a empresa em comunicado, a iniciativa pretende ser “um programa de inovação aberta que vem desafiar start-ups de todo o mundo” nos setores farmacêutico e de saúde a unir forças com a Basi “para o desenvolvimento de projetos-piloto capazes de responder aos desafios das áreas de Oncologia e Imunoterapia”.

Segundo a mesma nota, a Basi lembra que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma em cada seis mortes a nível global está relacionada com cancro e que houve 19,3 milhões de novos casos de cancro e 9,9 milhões de mortes em todo o mundo em 2020, sendo que estão previstos 28,4 milhões de novos casos oncológicos até 2040. Já a imunoterapia é o tipo de tratamento que se baseia na manipulação e educação do sistema imune para o combate de doenças.

“Tendo em conta este cenário de elevado impacto social, económico e cientifico”, sublinha a empresa de Mortágua, o programa Basi Innov.Bio.Tech visa potenciar parcerias estratégicas com start-ups inovadoras de todo o mundo que estejam a desenvolver novos medicamentos inovadores.

O programa já arrancou “com o processo de investigação global das soluções, a partir da base de dados da consultora e de pesquisas personalizadas”, sendo que a Beta-i está a selecionar cerca de 15 projetos para conversas exploratórias e de alinhamento com a Basi, a serem realizadas em março, de modo a selecionar até 5 empresas para o projeto Collaboration Design Print que acontece no final do mês.

Desta etapa, sairão as 2 start-ups parceiras para desenvolvimento conjunto de soluções que serão apresentadas em agosto.

A Basi é uma empresa do FHC Group, que emprega mais de 600 colaboradores em Portugal, Espanha e África. A Basi, com sede em Mortágua, é responsável pela investigação, desenvolvimento e produção dos mais de 200 medicamentos no portefólio do grupo.

A diretora de investigação, desenvolvimento e inovação da Basi, Catarina Cardoso, lembra que a empresa e o FHC Group “têm assumido continuamente atividades de R&D (pesquisa e desenvolvimento) como uma área estratégica do grupo, sendo a inovação um pilar importante da sua atividade que permitiu criar um portfólio robusto de medicamentos para necessidades médicas essenciais”.

“Recentemente, concluímos que estamos em posição de participar e investir ativamente em áreas terapêuticas com maior impacto na qualidade de vida das pessoas, como a oncologia e imunoterapia. Com este programa com a Beta-i, focamo-nos nestas duas áreas-chave, na expectativa de encontrar projetos que possam trazer esperança para doentes oncológicos e com doenças autoimunes”, acrescenta a diretora.

A Basi pretende continuar a desenvolver parcerias estratégicas com startups inovadoras que possam emergir do programa Basi Innov.Bio.Tech.

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