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Uma empresa de Oliveira de Frades, a Pantest, vai lançar no mercado um dispositivo que permite fazer o diagnóstico à Covid-19 com recurso à inteligência artificial.
ao novo coronavírus no mercado nacional. Agora, associou-se a uma empresa brasileira, a Hilab, com vista a distribuir e fabricar os seus testes na Europa e a vendê-los sobretudo para farmácias e clínicas.
O teste de antígeno já foi aprovado com a marca CE e outros exames também estão em vias de serem aprovados para a sua utilização em Portugal.
Segundo a Pantest refere em comunicado, vão ser comercializados três testes de identificação do novo coronavírus, mas o objetivo passa também por vender exames de vitamina D, perfil lipídico, glicemia, influenza, sífilis, hemoglobina glicada e função renal, entre outros. Todos os materiais serão adaptados para o mercado português.
A empresa explica que o dispositivo Hilab funciona com base na inteligência artificial e na conetividade com a Internet para realizar exames. Após recolhido o material que será examinado, a amostra é colocada em contacto “com os reagentes dentro de uma pequena cápsula, que é depositada dentro do dispositivo”.
Depois, o dispositivo vai criar uma versão digital da amostra que é transmitida “instantaneamente via Internet” para um laboratório físico onde especialistas contam com o apoio de algoritmos de inteligência artificial e vão entregar o resultado numa questão de minutos, acrescenta a Pantest.
O doente recebe o resultado no smartphone via SMS ou na app Hilab. Em Portugal, as amostras recolhidas através do dispositivo serão analisadas por uma equipa biomédica coordenada por Susana Almeida, investigadora do Instituto de Ciências Biomédicas Dr. Abel Salazar no Porto.