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A Associação de Hotelaria e Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) lamenta que o setor do turismo não esteja mais contemplado no Plano de Recuperação e Resiliência, que foi apresentado recentemente pelo Governo e já entregue à Comissão Europeia.
Portugal deverá receber 16.643 milhões de euros de fundos europeus para tentar recuperar a economia no período pós-pandemia. No entanto, o presidente da delegação de Viseu e vice-presidente nacional da AHRESP, Jorge Loureiro, diz que o PRR devia ter apoios para o turismo.
“Achávamos muito pertinente que este setor tão relevante pudesse ter uma visão de investimento. Por isso, fizemos sair uma preocupação relativamente à versão que foi entregue à União Europeia do documento que está agora fechado para os próximos anos na perspetiva de desenvolvimento e investimento em que o turismo volta a estar quase esquecido. Tem uma referência aqui e acolá, mas não há uma visão conjunta”, afirma.
Jorge Loureiro assegura que a AHRESP apresentou propostas concretas para que o setor do turismo renasça com o Plano de Recuperação e Resiliência, mas que “não vimos realmente acolhidas na versão final” quando se fala de uma “oportunidade de ouro” que o país não pode perder.
“São questões que são transversais a outras atividades, como a qualificação dos recursos humanos, a revitalização e a estruturação do produto que o país, pelas suas caraterísticas, tem. A questão da coesão no turismo é também fundamental”, acrescenta o empresário.
A AHRESP defende que a resiliência que o turismo demonstrou em vários momentos de crise “exige uma nova abordagem estratégica que lhe permita recuperar da crise atual, de forma a estimular uma recuperação mais ampla e célere da economia nacional” e recorda que este setor era, até ao início da pandemia, “a maior atividade económica exportadora do país”.