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O secretário de Estado do Trabalho desafiou, esta quinta-feira (dia 12 de janeiro), empresas instaladas na região de Viseu, como a Visabeira ou a Kyntech Services, para participarem no projeto piloto da semana de trabalho a quatro dias.
O desafio foi lançado por Miguel Fontes numa visita de trabalho realizada hoje ao distrito.
“Trouxe esse desafio às empresas de Viseu no sentido que possam equacionar essa possibilidade”, adiantou as jornalistas, explicando que quando o projeto é apresentado há sempre uma reação de dúvida. Ainda assim, o governante disse acreditar que empresas de Viseu possam participar na experiência piloto que começa a ser testada a 1 de julho.
O secretário de Estado do Trabalho acrescentou que no último mês o número de firmas interessadas em participar no projeto duplicou. São agora 63 as empresas, de todo o país e de vários ramos de atividade
“Duplicámos no espaço do mês [o número de participantes]. Há pouco tempo eram pouco mais de 30 e neste momento estamos nas 63”, revelou, avançando que estas empresas são de diversos pontos do país e de vários sectores.
“Por exemplo, o setor do retalho e da distribuição em que estão abertos em jornada continua, os sete dias da semana, a semana a quatro dia serve porque é nas empresas que estão já estão habituadas a esta jornada de 24/7 que é mais fácil aderirem porque é só uma nova forma de organizarem os tempos de trabalho por oposição aquela que já conhecem como esta dos turnos”, evidenciou.
A experiência arranca no segundo semestre e termina no final do ano. Depois será feito um relatório com os resultados da iniciativa. A 20 e 30 de janeiro decorrem mais sessões informativas e de esclarecimento sobre o projeto às empresas.
“É de experimentação que estamos a falar, não queremos impor nenhum vanguardismo ou modelo que tenha que servir a todas as empresas, a todos os setores ao mesmo tempo”, afirmou.
“[Trabalhamos] numa base de adesão voluntária, obviamente reversível a todo o momento. Queremos fazer um estudo que nos permita tirar algumas conclusões para o país perceber quais são os impactos positivos que podem decorrer desta nova forma de organização do trabalho. Aqueles que entenderem que tenham a ganhar com isso que o façam, aqueles que entenderem que não que não o façam”, argumentou, em jeito de conclusão.