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Ensino Superior recupera depois de quebra de 2016/17

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 Ensino Superior recupera depois de quebra de 2016/17 - Jornal do Centro
12.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Ensino Superior recupera depois de quebra de 2016/17 - Jornal do Centro
12.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ensino Superior recupera depois de quebra de 2016/17 - Jornal do Centro

O ano letivo de 2010/2011 foi aquele que mais alunos teve inscritos no ensino superior em Viseu. No total, e de acordo com os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), estavam inscritos 7 870 alunos, dos quais 7 029 nas unidades de ensino de Viseu e 841 no pólo do Instituto Politécnico em Lamego.
Durante a última década, a quebra foi acentuando-se, chegou-se a perder perto de dois mil alunos e 2016/2017 foi o ano onde se verificou uma maior quebra no acesso ao ensino superior. A recuperação deu-se a partir do ano letivo 2017/2018 e nos últimos quatro anos, foi este último (2020/21) o que teve o maior aumento.
Também foi o ano com o maior número de estrangeiros matriculados (784), maioritariamente de países fora da União Europeia.

E, segundo os dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a taxa de escolaridade do ensino superior da população residente entre os 30 e os 34 anos atingiu 44% no final de 2021, continuando a tendência crescente dos últimos anos, e mantendo-se acima da meta europeia de 40% assumida no âmbito da Estratégia Europa 2020.
Os últimos dados do INE conhecidos esta quarta-feira mostram uma taxa de escolaridade de 42% no último trimestre de 2021, correspondendo a uma taxa de escolaridade média anual de 44% relativa ao ano de 2021. Corresponde a um crescimento de 12 pontos percentuais em relação a 2015 e de 20 pontos percentuais quando comparado com 2010.

A publicação do INE relativa ao mercado de trabalho conhecida esta quarta-feira permite ainda verificar que a população empregada com ensino superior aumentou 13% entre 2020 e 2021, com 200 mil diplomados adicionais, passando de cerca de 1.45 para 1.65 milhões de trabalhadores com ensino superior. A taxa de escolaridade superior da população empregada, da totalidade das faixas etárias, aumentou para 34%, o que corresponde a um aumento de 9 pontos percentuais face a 2015. Mostra um aumento de 520 mil diplomados empregados no período 2015-2021.

A mesma publicação indica que a taxa de desemprego entre licenciados voltou a atingir o valor mínimo de 5.3%, abaixo da média nacional de 6.6%, confirmando os benefícios da conclusão de ensino superior em termos de empregabilidade. A Área Metropolitana de Lisboa apresenta a taxa de escolaridade mais elevada entre a população empregada no último trimestre de 2021, com 44% da população empregada com estudos superiores concluídos, seguida da região Centro (32%), da região Norte e Algarve (31%), da Região Autónoma da Madeira (27%), do Alentejo (26%) e da Região Autónoma dos Açores (22%).

Em 2019/20, Portugal registou um novo máximo histórico no número de diplomados, com os estabelecimentos de ensino superior a emitirem 85.799 diplomas, mais 4.661 do que no ano letivo anterior. Este crescimento de 6% face ao ano anterior representa o quarto crescimento anual consecutivo e a taxa de crescimento anual mais elevada desde 2006/07.

Entretanto, deve ainda ser salientado que foram admitidos 50.859 estudantes em 2021-2022 no ensino superior público através do Concurso Nacional de Acesso, encontrando-se agora concluídas todas as fases desta via de ingresso. Em Viseu, foram colocados 1 130 alunos nas primeiras e segundas fases do concurso nacional.

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