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Home » Notícias » Cultura » Espetáculo “Inefável” é arte contra resistência e estreia na Fundação Lapa do Lobo

Espetáculo “Inefável” é arte contra resistência e estreia na Fundação Lapa do Lobo

Um espetáculo de teatro e cinema com encenação e dramaturgia de Diego Fernando Montoya. Acontece este sábado, 27 de setembro

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Fotografia: Jornal do Centro
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 Espetáculo “Inefável” é arte contra resistência e estreia na Fundação Lapa do Lobo

O Auditório Maria José Cunha, na Fundação Lapa do Lobo, recebe no próximo sábado, 27 de setembro, às 21h30, a estreia de “Inefável”, um espetáculo de teatro e cinema com encenação e dramaturgia de Diego Fernando Montoya.

A criação resulta de uma residência artística de três semanas realizada na Fundação, durante a qual foram feitas gravações em diferentes espaços do equipamento cultural. O projeto conta ainda com a realização de Ines Von Bonhorst e Yuri Pirondi e com as interpretações de Adérito Lopes, Carla Madeira e Diana Sousa Lara.

Com cerca de uma hora de duração, “Inefável” apresenta uma narrativa fragmentada, inspirada na lógica dos sonhos, que conduz o público por uma viagem entre o real e o simbólico, explorando temas como a memória, o medo e a resistência. O espetáculo surge também como uma reflexão sobre a atual instabilidade política e a ascensão da extrema-direita na Europa, de acordo com a sinopse do espetáculo, “utilizando a arte como uma forma de resistência”.

Segundo a sinopse, a história começa no interior da casa de uma família reunida num “clima de tensa tranquilidade” com um desconhecido a observar do exterior.

Pai, mãe e filho em diálogo do que julgam lembrar-se que sentiram e viveram, e o toque do telefone e a chegada de uma carta “são sinais de alguém, ou algo, que os vigia e ameaça” e tudo acontece a partir daí.

Ao longo da história há “desaparecimentos, informação que chega do futuro, acontecimentos que se repetem, sensação de que alguém os vigia, pistas que chegam e que confundem e aprofundam o desespero”.

“Fica evidente a fragilidade de uma família que não sabe se é vítima ou testemunha, se vai desaparecer ou se é apenas a memória dos que já desapareceram”, indicou.

A sessão é classificada para maiores de 18 anos, tem lotação limitada a 35 pessoas e requer reserva prévia.

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