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O estacionamento na cidade de Viseu volta a ser pago a partir da próxima segunda-feira (5 de abril), com a segunda fase do plano de desconfinamento.
Os parcómetros tinham sido desligados em janeiro, quando Portugal entrou novamente em confinamento por causa do agravamento dos casos da Covid-19. Desde então, o estacionamento tem sido gratuito.
Agora, com a reabertura gradual do país, a autarquia de Viseu justifica o retomar dos pagamentos de estacionamento também com o reforço da oferta de transportes públicos disponíveis na cidade.
O vereador da Mobilidade, João Paulo Gouveia, diz que é necessário corrigir de acordo com a retoma agendada para segunda-feira, dia em que regressam as aulas presenciais do segundo e terceiro ciclos, entre outras reaberturas.
“A partir desse dia, haverá uma oferta muito maior de transportes públicos por causa da reabertura de parte das escolas. E, no momento em que temos reforço do transporte público, importa corrigir a trajetória normal dos movimentos na cidade”, afirma.
João Paulo Gouveia acrescenta que a empresa concessionária do estacionamento está a terminar com os trabalhos que têm sido feitos nos últimos dias e que envolvem a pintura dos lugares de estacionamento.
O vereador diz que o concessionário também “tem timings que têm de ser cumpridos”. “Por isso, a Câmara acabou por ‘patrocinar’ o estacionamento durante este período de confinamento e que, agora, temos de redirecionar nesse sentido”, refere.
Também Lamego retomou já esta quinta-feira (1 de abril) a cobrança pelo estacionamento.
Horários nas paragens dos autocarros? “É impossível colar mais de 1.000 horários”
Quanto aos autocarros, o vereador da Mobilidade da Câmara de Viseu garantiu que os horários das carreiras que atravessam o concelho só voltam a ser colocados nas paragens quando a pandemia estabilizar. Aos jornalistas, João Paulo Gouveia assumiu que os horários do MUV tiveram constantes mudanças desde o início do ano.
“Os horários mudaram cerca de 20 vezes. Estávamos confinados, não estávamos confinados, passamos a estar confinados e agora abriu o primeiro ciclo. Tínhamos horários diferentes e, na próxima semana, já vamos ter um reforço de horários. Portanto, é impossível produzir e colar todas as semanas mais de 1.000 horários para serem colocados”, explicou.
João Paulo Gouveia aconselhou à população para consultarem os horários na Internet, pedirem as informações à empresa concessionária ou até virem à Câmara “para poderem pedir os horários impressos”.