White hatchback car with a local health unit logo parked on a cobblestone square under a blue sky.
Four men signing documents at a formal meeting in a wood-paneled room with flags in the background, microphones on the table, and water glasses nearby.
Rota da Cabra e do Lobo são pedro do sul
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
arrendar casa
Casas Bairro Municipal Viseu 5

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
Vineyard path between rows of green grapevines on a sunny hillside with blue sky and distant valley.
People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Home » Notícias » Colunistas » Eu Pecado me confesso – Disse crise? Qual delas?

Eu Pecado me confesso – Disse crise? Qual delas?

25.06.21
partilhar

Estou cá a pensar que desde o tempo dos descobrimentos não temos feito outra coisa senão viver em crise e sobreviver com muitas dificuldades ás mesmas.

Seria oportuno relembrar, sem entrar em grande loco bração de cabeça, o comportamento dos nossos governantes de então, D. João ll e D.Manuel l, empenhados ao tempo no movimento expansionista europeu, privilegiando mais a intermediação na venda dos produtos obtidos nas terras descobertas do que aproveitando os mesmos para os reproduzir em Portugal. Não foi assim o procedimento adoptado, foi o mais fácil: buscar com uma mão e vender com a outra. Tal procedimento conduziu infalivelmente a uma enorme crise económica e social porque outros espertalhões aprenderam a conhecer alternativas de transporte, passando o tráfico dos produtos do atlântico para o mediterrâneo, abastecendo a europa e secando a economia portuguesa.

Crise, dizia-se então. E agora? O mesmo vocábulo crise entrou com estrondo no léxico da narrativa popular.
É mais ou menos consensual que Portugal continua a viver o mesmo sobressalto de sempre, dando razão aos que afirmam que na vida nunca tudo está acabado. E na realidade apenas se aumentou à velha crise muitas outras que só vieram agravar a vida cada vez mais complicada dos nossos cidadãos. Alguns cronistas da nossa praça começam a afirmar que o País se transformou numa escola de pedintes de mão estendida para os que falam menos, mas produzem muito mais, esperando bazucas que em vez de ajudarem acrescentam mais crises, sejam económicas, culturais, sociais, mergulhando este velho Pais numa crise moral sem precedentes.

Sem a pretensão de seguir opiniões alheias quase me atrevo a dar razão a Ortega e Gasset ao afirmar que “a vida é um permanente conjunto de colisões com o futuro”.
Do século XV até ao XXl parece que assim tem acontecido e por isso será conveniente dar razão filósofo Ortega e Gasset.
Crise de valores e fuga aos princípios? Sim

Jornal do Centro

pub
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu

Colunistas

Procurar