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Seis meses depois, a 1ª Força Nacional destacada na Roménia regressou a Portugal e com ela o estandarte nacional que os acompanhou e que foi recebido em Viseu, no Regimento de Infantaria 14, a 8 de abril.
Esta sexta-feira, o campo de Viriato foi palco da cerimónia de receção do estandarte, símbolo máximo representativo do país e que ficará agora exposto em Coimbra, no Quartel-General da Brigada de Intervenção.
Na Roménia estiveram 221 militares, no âmbito da missão da NATO ‘Tailored Forward Presence’, com o objetivo de contribuir para o esforço de dissuasão e defesa da Aliança atlântica, no flanco sudeste. Esta força, que teve todo o aprontamento no RI14, foi composta por uma companhia de atiradores mecanizada de rodas, reforçada com um módulo de apoio, um módulo conjunto de informações, um módulo de defesa antiaérea, um módulo geográfico meteorológico e uma special operations land task unit.
Na cerimónia, o comandante desta força, Tenente Coronel de Infantaria, Jorge Louro, destacou o orgulho dos militares pelo sentimento de missão cumprida e por terem integrado a 1ª Força Nacional na Roménia.
“A memória de ter pertencido à primeira força nacional destacada na Roménia será eterna” disse, destacando a contribuição da mesma para a “visibilidade e valorização do Exército, das Forças Armadas e de Portugal”.
O Tenente Coronel de Infantaria, Jorge Louro, destacou ainda que esta missão foi uma “oportunidade para partilhar experiências e conhecimentos com forças belgas, húngaras, canadianas, holandesas, francesas, italianas, polacas, norte americanas e, permanentemente, romenas”.
No discurso lembrou também que estes militares “participaram em nove exercícios, com militares de 11 nações e prepararam 14 eventos, dos quais a visita do presidente e ministro romeno, do primeiro ministro português, Conselho de Defesa Nacional, entidades superiores da NATO e romenas, bem como conduziram ações de apoio e interação com a população romena, com provas físicas, ações de solidariedade e exposições estáticas e dinâmicas”.
Na cerimónia esteve também presente o chefe do Estado Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, que enalteceu a “determinação, dedicação, competência e pleno respeito dos valores castrenses que são timbre dos servidores do Exército”.
O chefe do Estado Maior do Exército reforçou ainda o reduzido tempo para o aprontamento dos militares. “A força foi aprontada em circunstâncias excecionais de tempo disponível e gerada maioritariamente com base em unidades da brigada de intervenção”, disse, deixando ainda a certeza de que “o sucesso e o amplo reconhecimento da primeira força nacional destacada, assim como de outros contingentes do Exército, são devidos aos rigorosos padrões de exigência no aprontamento e na sustentação”.
No discurso destacou ainda, além do foco na missão, todo o sentido de “cooperação, camaradagem com outros militares e o espírito solidário perante o próximo”.