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Faltam matérias-primas, mas há razão para ter confiança na economia, diz Siza Vieira

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 Faltam matérias-primas, mas há razão para ter confiança na economia, diz Siza Vieira - Jornal do Centro
12.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Faltam matérias-primas, mas há razão para ter confiança na economia, diz Siza Vieira - Jornal do Centro
12.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Faltam matérias-primas, mas há razão para ter confiança na economia, diz Siza Vieira - Jornal do Centro

O ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital disse esta sexta-feira (12 de novembro) que, apesar da falta de materiais que se sente em vários setores, existem razões para ter confiança na economia nacional.

“Está toda a gente a comprar tudo ao mesmo tempo e não há microchips, não há navios, não há contentores e todos pensamos que isto é um momento muito difícil que só pode começar a correr mal. Mas, estou profundamente convencido que isto são motores da transformação a que estamos a assistir”, afirmou Pedro Siza Vieira, em visita à Pureve, uma empresa de produtos de isolamento, no concelho de Nelas.

Nos próximos tempos, “vamos ter que andar a tentar perceber onde vamos buscar navios e contentores para despacharmos alguma coisa ou trazermos de outra parte do mundo. Mas, vamos fazê-lo bem e vamos sair disto tudo mais fortes”, lançou, acrescentando que está convicto “que, na próxima década, o nosso país pode dar saltos decisivos em termos de prosperidade”.

Durante o discurso, Pedro Siza Vieira lembrou que entre 2015 e 2019 Portugal cresceu mais do que a União Europeia, além das exportações de bens terem também crescido entre janeiro e setembro deste ano relativamente ao que se verificava em 2019.

“As empresas portuguesas continuaram a vender mais e melhor para os mercados externos. Continuaram em muitos setores a investir”, explicou, frisando que “a história da Pureve exemplifica exatamente isto”, empresa de Nelas que visitou durante a tarde desta sexta-feira.

O ministro da Economia disse ainda que as empresas devem ter capacidade de ultrapassar “dificuldades momentâneas com uma confiança de quem passou a maior crise sanitária e económica nos últimos dois anos”.

Na manhã desta sexta-feira, Siza Vieira também passou pela Fresenius Kabi, uma empresa farmacêutica em Tondela. Questionado pelos jornalistas, durante a visita à fábrica, o ministro adiantou que, neste momento, não tem nenhum sinal de que a falta de matérias-primas possa vir a prejudicar a área da saúde em Portugal, “embora obviamente esteja a haver um aumento de custos que se vão sentindo”

Ainda assim, “vamos constituir um grupo de trabalho utilizando todas as cadeias de abastecimento quer no setor alimentar, quer em outros setores, trabalhando também com os operadores logísticos para perceber de que maneira podemos avaliar riscos de abastecimento e preveni-los”, acrescentou.

Quanto à área farmacêutica, a aposta deve ser maior pelo que a ideia é “perceber qual a melhor forma de continuar a fazer crescer o investimento nesta área porque é muito significativo”, recordou. E continuou: “aqui, temos o exemplo desta unidade de um fabrico e produção de medicamentos que são exportados para todo o mundo, mas que também fornecem o sistema nacional de saúde (SNS) e, por isso, estou a tentar aprender é como podemos replicar exemplos como este”.

Aos jornalistas, Siza Vieira disse ainda que o objetivo é regressar ao que se fazia antes da pandemia de Covid-19 e “visitar empresas, falar com gestores, empresários, perceber os problemas e perceber também como é que podemos ajudar a fazer negócio e desenvolver a nossa economia”.

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