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Fernando Ruas critica apoios do Governo para os transportes públicos

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 Fernando Ruas critica apoios do Governo para os transportes públicos - Jornal do Centro
10.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Fernando Ruas critica apoios do Governo para os transportes públicos - Jornal do Centro
10.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Fernando Ruas critica apoios do Governo para os transportes públicos - Jornal do Centro

A Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões recebeu mais de 219 mil euros do Governo para apoiar os transportes públicos da região.

A verba foi revelada e criticada pelo presidente da CIM e da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, após a última reunião do executivo municipal depois de ter sido publicado um despacho do Governo que dava conta da atribuição de verbas para o reforço extraordinário do financiamento dos serviços públicos de transportes de passageiros.

Segundo frisou Fernando Ruas, o Governo fez um despacho que transferia 51,5 milhões de euros para as autoridades de transporte, que incluem as comunidades intermunicipais. Ao todo, foram distribuídos 51.505.890 euros.

O autarca de Viseu critica o pouco dinheiro que o Governo atribuiu às autoridades de transporte fora das zonas de Lisboa e Porto e lamenta o pouco dinheiro dado ao interior.

“Desta verba, foram atribuídos 57,8 por cento à Área Metropolitana de Lisboa e 36,9 por cento ao Porto, o que perfaz ao todo uma percentagem de 93,87 por cento ou quase 94 por cento. Para o resto do país, ficou 6 por cento o que significa que, a Viseu Dão Lafões, calhou uma percentagem de mais de 0,4 por cento, o que dá em 219.304 euros”, sintetiza.

As verbas foram concedidas com vista ao reforço extraordinário do financiamento dos transportes em resultado do cenário mais severo da pandemia verificado durante o primeiro semestre deste ano. Fernando Ruas considera que as verbas atribuídas a Lisboa e Porto são “de grande desproporção face às restantes autoridades” e prejudicam as outras regiões.

Por isso, o presidente da autarquia de Viseu defende que é preciso combater o que considera existir um centralismo de verbas para os transportes públicos.

“Continuamos a achar que há aqui um centralismo e que tem de haver uma reflexão sobre estes procedimentos sob pena de estarmos cada vez mais arredados do desenvolvimento”, acrescenta.

Segundo as contas reveladas pela Câmara, estima-se que o défice total de exploração deste ano dos cinco operadores que atuam na região de Viseu Dão Lafões se deva situar entre os 3,5 e os 4 milhões de euros.

Ainda na última reunião do executivo, a Câmara de Viseu aprovou a manutenção do apoio social no âmbito da crise gerada pela pandemia para o próximo ano.

Segundo refere em comunicado o executivo presidido por Fernando Ruas, a medida será “consubstanciada” na redução de 20 por cento no consumo de água e saneamento para as famílias, excluindo os consumos do último escalão, não sendo cumulativa com os tarifários sociais.

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