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A segunda fase de desconfinamento no desporto arrancou na passada segunda-feira (19 abril) e contemplou o regresso às atividades presenciais para as modalidades de médio risco, como foi o caso do futsal.
O Jornal do Centro entrevistou o diretor da formação do Viseu 2001, Paulo Lopes, que deu conta “de algum receio e incerteza” neste regresso, depois de uma paragem de mais de dois meses.
“Com esta obrigatoriedade dos testes para que os atletas possam regressar, há pais que não querem submeter os filhos a esses testes. Por isso, estamos ainda numa fase de avaliação para tomarmos uma decisão em relação à retoma definitiva no que diz respeito a esta parte final da temporada”, confessa.
Paulo Lopes refere que a nível nacional tem-se sentido a perda de jovens atletas no futsal, n caso do Viseu, este impacto é mais evidente nos escalões de iniciação.
“Habitualmente temos cerca de 30 atletas, neste momento, só três ou quatro atletas é que demonstraram disponibilidade para regressar”, conta.
O diretor do futsal do Viseu 2001, refere que no que diz respeito a juvenis e juniores “não houve perdas significativas no número de atletas” e, por isso, vão participar na taça que a Associação de Futebol de Viseu vai realizar a partir do próximo mês de maio.
Quanto à realização dos testes à Covid-19, Paulo Lopes explica como estão a decorrer.
“Nós estamos a disponibilizar médico e enfermeiro para a realização dos testes. Estamos a aproveitar que os nossos atletas dos escalões de juvenis e juniores estão a ser testados nas escolas, por isso podemos aproveitá-los”, disse.