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Futuro do setor vitivinícola discutido na Feira do Vinho do Dão em Nelas

Painel sublinhou importância da sustentabilidade, da cooperação regional e do enoturismo

 Tratores agrícolas já provocaram 41 acidentes e mataram duas pessoas este ano
06.09.25
fotografia: Município de Nelas
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06.09.25
Fotografia: Município de Nelas
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 Futuro do setor vitivinícola discutido na Feira do Vinho do Dão em Nelas

O Município de Nelas promoveu, no passado dia 4 de setembro, a mesa-redonda “Novos Caminhos no Dão”, integrada na 34.ª Feira do Vinho do Dão. A iniciativa reuniu representantes do setor vitivinícola e do desenvolvimento regional para refletir sobre os desafios e oportunidades da região.

De acordo com a Câmara de Nelas, o debate foi moderado por Lígia Santos e contou com a participação de Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, Nuno Martinho, secretário executivo da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, e Manuel Pinheiro, CEO da Global Wines.

Durante a conversa, Frederico Falcão afirmou que “a sustentabilidade social e económica são hoje os grandes pilares do setor”, e alertou para o contexto mundial adverso que tem levado ao arranque de vinhas em vários países. O responsável previu que “nos próximos anos [se verifique] uma produção mais baixa e um mercado mais equilibrado”.

O presidente da ViniPortugal referiu ainda os desafios colocados pelas novas gerações, que “consomem menos vinho”, e pelos preços de mercado. Frederico Falcão apelou à resiliência e à aposta em segmentos de valor acrescentado. 

O dirigente destacou também “o potencial do Dão nos vinhos brancos, nomeadamente na casta Encruzado, cuja expressão única nesta região será determinante para o futuro”, e acrescentou que “até 2040 a produção de brancos venha a crescer significativamente”.

Nuno Martinho reforçou a importância da cooperação entre setor público e privado e evidenciou os resultados do turismo na região. “Com crescimentos de 14% em 2024 e já 12% em hóspedes e 11% em dormidas em 2025, o Dão posiciona-se como a região do país com maior crescimento”, afirmou. 

O secretário executivo destacou também “a relevância da gestão de fundos comunitários pela CIM que tem apoiado agentes económicos e permitido investir na notoriedade e competitividade do destino”, e realçou o concelho de Nelas como exemplo de dinamismo.

Manuel Pinheiro alertou para “a descida do consumo per capita, em especial entre as gerações mais jovens, e para as dificuldades de competir com vinhos de baixo preço”. O responsável defendeu a necessidade de “apostar na criação e afirmação de marcas fortes, como fator distintivo e estruturante”. 

Manuel Pinheiro acrescentou que “o futuro passa por valorizar a qualidade, fidelizar consumidores através do enoturismo e apostar na reconversão vitícola”. Para o CEO da Global Wines, “o Dão tem uma boa imagem e qualidade reconhecida, estando à frente de muitas regiões, e é fundamental aproveitar esta vantagem competitiva”.

No final, os intervenientes convergiram na ideia de que “o enoturismo pode e deve ser a grande solução para responder aos desafios do setor, promovendo a sustentabilidade, a fidelização e o reforço da marca Dão a nível nacional e internaciona”.

A Feira do Vinho do Dão pretende ser um espaço não apenas de promoção cultural e económica, mas também de reflexão estratégica sobre o futuro de uma das mais antigas regiões vitivinícolas de Portugal.

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