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Greve de professores encerra escolas em Cinfães

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 Greve de professores encerra escolas em Cinfães - Jornal do Centro
10.01.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Greve de professores encerra escolas em Cinfães - Jornal do Centro
10.01.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Greve de professores encerra escolas em Cinfães - Jornal do Centro

Esta terça-feira (10 de janeiro) não há aulas em várias escolas do concelho de Cinfães em resultado de uma greve de professores, que pode repetir-se nos próximos dias.

Vestidos de preto, em sinal de luto pela Educação, os grevistas concentraram-se esta manhã à porta da escola sede do agrupamento, num protesto que foi decidido em plenário e que não está ligado a qualquer sindicato.

Segundo Pedro Peixoto, um dos organizadores da ação de luta, a greve de hoje está a registar uma adesão entre 80 e 100 professores, tendo levado ao fecho de vários estabelecimentos de ensino.

“Não há aulas no Agrupamento de Escolas [escola sede]. Nenhum professor do segundo e terceiro ciclos se apresentou para dar aulas às 08h30. Há três centros escolares, o da vila, o de Piães e o de São Cristóvão que também encerraram”, disse.

A direção do estabelecimento de ensino acrescentou ao Jornal do Centro que apenas os centros educativos de Oliveira e Meridãos, estão de portas abertas.

Os professores decidiram a semana passada em plenário avançar para a greve. O protesto pode repetir-se nos próximos dias, admite Pedro Peixoto.

Os docentes em Cinfães decidiram dar “um murro na mesa” contra as políticas do Ministério da Educação.

“O protesto foi marcado devido às questões da carreira docente, para defender a eliminação das quotas e para reclamar salários justos e um concurso de professores que seja imparcial e que não promova a ultrapassagem entre professores”, refere, salientando que a greve está a decorrer pela “dignificação da carreira docente”.

Ao Jornal do Centro, Manuel Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Cinfães, colocou-se ao lado dos professores. Assegurou estar ao lado dos colegas, dizendo que as razões que levaram aos docentes à greve são as mesmas que as suas e os seus colegas de direção.

“Estou solidário com a luta dos professores. O Ministério da Educação tem com urgências de dar sinais positivos para dentro das escolas porque cá há muita angústia e desespero”, defendeu o também presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares.

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