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Greve de professores paralisa Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim ao início da manhã

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 Tratores agrícolas já provocaram 41 acidentes e mataram duas pessoas este ano
11.01.23
fotografia: Jornal do Centro
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11.01.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Greve de professores paralisa Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim ao início da manhã

Cerca de três dezenas de professores manifestaram-se na manhã desta quarta-feira (11 de janeiro) à porta do Agrupamento de Canas de Senhorim, em Nelas. Grande parte dos docentes fez greve nas duas primeiras horas da manhã, deixando sem aulas 14 das 20 turmas do estabelecimento de ensino que é frequentado por alunos do 2º e 3º ciclos e secundário.

“Terminámos a greve às 10h00. Foi uma greve de dois tempos, com manifestação em frente à escola. Juntámos cerca de 30 pessoas, esta é uma escola pequena. Das 20 que estariam para ter aulas só seis é que tiveram aulas. Catorze não tiveram porque o professor estava em greve”, explicou ao Jornal do Centro Mário Gala, um dos docentes grevistas.

Segundo o professor, cerca de metade dos docentes do estabelecimento fizeram greve esta quarta-feira.

“Fizemos greve em apenas dois períodos, mas há alguns colegas que fazem o dia todo. Optámos por fazer uma concentração em frente à escola para mostrar que estamos em luta, tal como outras escolas o têm estado a fazer”, acrescentou Mário Gala.

Vários sindicatos marcaram greves. A classe docente luta contra a precariedade na carreira e as propostas do Governo para a revisão do regime de recrutamento de profissionais.

O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) iniciou em 09 de dezembro uma greve por tempo indeterminado, que deverá prolongar-se, pelo menos, até ao final do mês, e organiza uma marcha em Lisboa no sábado.

Outras oito estruturas, entre as quais a Federação Nacional de Professores (Fenprof), também têm promovido um conjunto de protestos, incluindo uma greve por distritos a partir de segunda-feira e uma manifestação nacional no dia 11 de fevereiro.

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