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Home » Notícias » Diário » Greve Geral: Associação Portuguesa de Jornalistas alega que precariedade não é produtividade

Greve Geral: Associação Portuguesa de Jornalistas alega que precariedade não é produtividade

A greve geral de quinta-feira contra o anteprojeto do Governo de reforma da legislação laboral será a primeira paralisação a juntar as duas centrais sindicais

Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
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fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Greve Geral: Associação Portuguesa de Jornalistas alega que precariedade não é produtividade

Precariedade não é produtividade e mais trabalho e menos direitos não é economia, afirmou hoje, em comunicado, a direção da Propress – Associação Portuguesa de Jornalistas, sobre a greve geral de quinta-feira.

“Os jornalistas (dos mais precários da Europa) não conseguem entender como será possível aumentar a produtividade reforçando a precariedade, retirando segurança no emprego e reformando as leis para que o trabalhador trabalhe mais a qualquer preço”, argumentou, em nota enviada à agência Lusa, a associação sediada em Coimbra.

Notando que muitos jornalistas não podem aderir à paralisação convocada perante a intenção do Governo “em alterar mais de uma centena de artigos do Código do Trabalho”, a direção da Propress defendeu que o aumento da produtividade “conjuga-se com condições de trabalho, com formação, com segurança no emprego e com mais respeito pela vida do trabalhador para além do trabalho”.

A associação apelou ainda aos profissionais de informação, “em greve ou não, que não deixem de demonstrar que a pretensa reforma do Código do Trabalho se opõe à razão, à lógica e à sensatez e só servirá para destruir as vias de diálogo e concertação social”.

A greve geral de quinta-feira contra o anteprojeto do Governo de reforma da legislação laboral será a primeira paralisação a juntar as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, desde junho de 2013, altura em que Portugal estava sob intervenção da ‘troika’.

As alterações previstas na proposta do Governo de reforma da legislação laboral visam várias áreas, como a parentalidade, despedimentos, alargamento dos prazos dos contratos e setores que passam a estar abrangidos por serviços mínimos em caso de greve.

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