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Um dia tem 24 horas, mas na vida de Cláudia Seabra o tempo parece esticar-se. Esta é, aliás, a pergunta à qual ainda não encontrou resposta. Como é que consegue tempo para gerir vida profissional e pessoal à qual se juntou, há alguns meses, a presidência do Clube Desportivo Gumirães Basket – Viseu? “Um dia encontrarei a resposta à pergunta”, diz.
Cláudia é professora na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e com dois filhos ligados ao basquetebol, há uma vida familiar para gerir com agendas várias. No clube, que há um ano decidiu separar-se da Associação de Gumirães, em Viseu, assume ter o apoio de uma equipa de seis diretores. “O meu trabalho é coordenar a equipa, que é muito competente.
Mais importante do que tudo, temos pais e atletas espetaculares”, explica. Na estrutura do clube há, para além de Cláudia, mais duas mulheres. “Em termos de direção, há equilíbrio. Conseguimos perceber que as mulheres têm outra sensibilidade e atuação”, defende. E onde é que se nota essa diferença de uma liderança masculina em relação à feminina? A presidente não tem dúvidas.
“Acredito que as mulheres são mais sensíveis nas questões humanas. Nós olhamos o desporto não apenas para ganhar o jogo, mas para formar crianças e jovens”, sustenta.
(Para ler na íntegra na edição do Jornal do Centro)