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Hospital de Coimbra indemniza mulher de Viseu que esteve quatro anos com compressa num pulmão

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 Hospital de Coimbra indemniza mulher de Viseu que esteve quatro anos com compressa num pulmão - Jornal do Centro
28.11.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Hospital de Coimbra indemniza mulher de Viseu que esteve quatro anos com compressa num pulmão - Jornal do Centro
28.11.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Hospital de Coimbra indemniza mulher de Viseu que esteve quatro anos com compressa num pulmão - Jornal do Centro

Uma mulher, natural do distrito de Viseu, esteve quatro anos com uma compressa num pulmão. O Hospital de Coimbra pagou-lhe uma indemnização de 36 mil euros.

A notícia é avançada pela TVI/CNN Portugal, que diz que o hospital terá deixado a gaze no pulmão esquerdo da paciente e que esse erro clínico terá levado à remoção de parte do órgão da mulher. O caso remonta ao ano de 2012.

Segundo os dois meios de comunicação, a mulher descobriu que tinha uma massa num pulmão no Hospital de Viseu, onde fez um TAC e uma biópsia, que se revelou inconclusiva.

A doente foi depois encaminhada para o serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC). No hospital da cidade dos estudantes efetuou nova biópsia, em bloco operatório e com anestesia geral, tendo os médicos concluído que teria um linfoma pulmonar.

A mulher fez depois tratamentos de quimio e radioterapia durante quatro anos, mas a massa não desapareceu. Os clínicos acreditavam que isso se deveria a sequelas relacionadas com as curas médicas.

O Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, num relatório pericial, citado pela TVI/CNN Portugal, diz que a remoção do lobo superior esquerdo foi causada pela presença da compressa.

O caso chegou ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, mas não houve julgamento após ter sido alcançado um acordo entre a paciente e o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que pagou uma indemnização à doente de 36 mil euros.

Numa resposta ao Jornal do Centro, o CHUC diz que “impugnou os factos alegados” pela defesa da mulher, tendo o processo sido extinto após ter-se chegado a um acordo judicial.

“Nos presentes autos não foi proferida sentença, nem condenatória, nem absolutória, e consequentemente não foram dados como provados quaisquer factos alegados pelas partes”, conclui o hospital.

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 Hospital de Coimbra indemniza mulher de Viseu que esteve quatro anos com compressa num pulmão - Jornal do Centro

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