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Os destroços do avião que se despenhou esta sexta-feira (15 de julho) em Vila Nova de Foz Côa, e que pertencia ao Centro de Meios Aéreos de Viseu, vão ser transportados para o hangar de investigação do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), instalado no aeródromo de Viseu.
O transporte dos destroços deverá acontecer em breve, para que possam ser realizados os trabalhos de perícias técnicas através de testes e ensaios, informou o GPIAAF.
O gabinete de investigação iniciou este sábado os trabalhos para apurar as causas do acidente do avião anfíbio médio FireBoss, afeto ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, que estava a operar em Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança.
O comandante-piloto, único ocupante, acabou por não resistir. A vítima, de 38 anos, era natural do Barreiro e ex-piloto da Força Aérea. O óbito foi decretado no local pela equipa médica do helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica. O corpo do piloto ficou carbonizado e o avião anfíbio completamente destruído.
Em comunicado, o GPIAAF afirma que a equipa enviada para o local registou e analisou, no local do acidente, o estado dos destroços da aeronave, os quais vão ser transportados para o hangar de investigação em de Viseu e remete para segunda-feira a divulgação dos factos entretanto apurados.
“O GPIAAF prevê publicar no final da próxima segunda-feira, dia 18, uma nota informativa dando conta dos factos apurados, conforme confirmados até essa data, e dos passos seguintes da investigação”.
Agradecendo às autoridades e populações locais o apoio e as informações prestadas à sua equipa, o GPIAAF apela “a outras pessoas que julguem dispor de informação relevante, nomeadamente imagens do acidente ou da operação realizada no local pelas aeronaves antes do acidente, para contactar o Gabinete através do email occreport@gpiaaf.gov.pt”.
O GPIAAF anunciou na sexta-feira à noite, que iria mobilizar uma equipa de investigação de maneira a estar no local ao nascer do dia, a qual, segundo a informação divulgada, iniciou trabalhos “assim que houve condições de luminosidade”.
Segundo o comunicado, a equipa registou e analisou o estado dos destroços da aeronave no local, prosseguindo sábado e ao longo do dia de domingo “a fase inicial da investigação”.
Os investigadores estão a entrevistar testemunhas, nomeadamente os pilotos das aeronaves que se encontravam no local, e a recolher “um primeiro conjunto de informação documental necessária junto da empresa envolvida”.