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Uma ligação retalhada entre Coimbra e Viseu é o que o presidente da Câmara diz que vai acontecer ao IP3. Na Conversa Central desta semana, Fernando Ruas sublinha que o que tem ouvido são “meros anúncios” e lamenta que o Governo não cumpra prazos.
“Diz-se agora que o IP3 vai iniciar-se entre Viseu e Santa Comba Dão talvez em 2023. Mas o troço não é entre Viseu e Santa Comba. É entre Viseu e Vila Pouca porque a passagem por Santa Comba, a mais complicada, fica para as calendas. Nós corremos o risco de até poder ter uma espécie de autoestrada entre Viseu e Vila Pouca, depois ter um estrangulamento na ponte de Santa Comba Dão e depois outro estrangulamento mais à frente [Livraria do Mondego]”, conta aos microfones da Rádio Jornal do Centro o autarca social-democrata.
A questão da água foi outro dos assuntos abordados nesta Conversa Central. O presidente da Câmara diz que aguarda luz verde para a Barragem de Fagilde, porque os anúncios feitos por outros não são válidos.
“Sobre a Barragem de Fagilde, estamos à espera que o Estado faça. O estudo foi concluído e foi para análise para fazer projecto. Da nossa aparte cumprimos o que nos foi pedido. Está em análise nas Águas de Portugal e espero que não demorem muito tempo, mas já ouvimos notícias a dizer que sim senhor vem aí que finalmente a Barragem vai ser construída. Nós estamos à espera disso e da concretização de mais assuntos que não passam de meros anúncios”, constata num programa onde ainda se falou da saída da Companhia Paulo Ribeiro de Viseu, da falta de apoio aos Jardins Efémeros e das empresas tecnológicas que se fixaram em Viseu.