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IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte

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 IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte - Jornal do Centro
29.07.21
fotografia: Jornal do Centro
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 IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte - Jornal do Centro
29.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte - Jornal do Centro

A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 lamenta os atrasos nas obras de requalificação e duplicação da estrada que liga Viseu a Coimbra.

A discussão pública sobre o estado de impacte ambiental para a segunda fase do projeto já foi concluída, mas a associação desconfia da demora do Governo em avançar com o concurso público.

Avelino Mesquita, porta-voz da Associação de Utentes e Sobreviventes da estrada, alerta para os erros de conceção da nova via em perfil de autoestrada e diz que as pessoas continuam a usar a via para circular com tratores, máquinas agrícolas e rebanhos para os seus terrenos.

“Ficou muita coisa por resolver porque tínhamos falado com a Infraestruturas de Portugal para resolver o caso das pessoas que atravessam entre Cunhedo e Oliveira do Mondego e de Oliveira do Mondego para Coice com tratores e animais que precisam de trazer para as suas pastorícias”, afirma.

A Associação de Utentes e Sobreviventes pede por isso que seja construída uma ponte. No entanto, Avelino Mesquita diz estranhar a demora do Governo em pôr a segunda fase a concurso público internacional “para se começar a definir a obra e para não haver mais atrasos, porque já andamos nisto há três anos e a obra nunca mais arranca”.

Avelino Mesquita aponta o dedo à Infraestruturas de Portugal e ao Governo, acusando-os de não serem capazes de eliminar os pontos negros entre a zona da Lagoa Azul e Viseu. O porta-voz aponta sobretudo para os acidentes que têm acontecido em Tondela, “onde aconteceram vários acidentes e houve dois mortos”. “O Governo continua a não olhar para isto”, lamenta.

Nos primeiros seis meses deste ano, o IP3 foi palco de mais de 70 acidentes. A Associação de Utentes defendeu junto da tutela a colocação de um separador central nos pontos mais negros, mas sem sucesso.

Desde 2019, o itinerário teve mais de 400 acidentes que provocaram cinco vítimas mortais.

Quanto à prevista segunda fase da requalificação, depois da discussão pública, a documentação deve estar reunida até final de setembro. Está previsto que o concurso público internacional deva arrancar no início do próximo ano.

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