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Esta sexta-feira assinala-se o Dia Internacional da Maçã, um fruto que é fortemente produzido na região de Viseu.
Milhares de toneladas são produzidas no distrito, sendo que o norte da região é responsável por metade da produção nacional desta fruta, com destaque para concelhos como Armamar e Moimenta da Beira.
A produção tem sido afetada este ano pela seca, que obrigou a substanciais quebras. O ano ficou também marcado pela divulgação de estudos que indicavam a contaminação das maçãs com pesticidas. Em resposta, os produtores garantiram a sua qualidade e o cumprimento com as normas legais.
O Dia Internacional da Maçã é comemorado há 32 anos. Especialistas apontam esta fruta como benéfica para a saúde, combatendo o colesterol, beneficiando as células nervosas e estimulando os mecanismos cerebrais ligados à memória.
Conhecido como a capital da Maçã de Montanha, Armamar produz anualmente cerca de 90 mil toneladas deste fruto, sendo mesmo o concelho onde mais se produz maçã no país.
Já na zona de Távora, na qual está integrada Moimenta da Beira, um outro concelho que é grande produtor de maçã, em média são produzidas entre 30 a 35 mil toneladas por ano. Este ano foi mais baixa a produção, tendo ficado na ordem das 25 mil toneladas.
A maçã Bravo de Esmolfe, originária de Penalva do Castelo e classificada como Denominação de Origem Protegida, também inclui vários concelhos da região na sua área demarcada e carateriza-se pelo aroma intenso e agradável e pela polpa branca macia, sucosa, doce e com boas qualidades gustativas, com um calibre que oscila entre o pequeno e o médio.
Já a maçã de Beira Alta, que também é produzida no distrito, está certificada com a Indicação Geográfica Protegida, sendo proveniente de diversas variedades dos grupos Golden, Gala, Red Delicious, Starking, Jonagold, Granny Smith, Jonared e Reinetas. Esta maçã caracteriza-se pelo seu bom paladar, perfume e capacidade de conservação.
Em 2021, a produção de maçã em todo o país alcançou as 368,2 mil toneladas, a segunda colheita mais produtiva dos últimos 35 anos (apenas ultrapassada pela de 2019, com 370,7 mil toneladas), segundo o Instituto Nacional de Estatística.