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Home » Notícias » Concelho » Viseu » Já há data para a 9.ª Marcha de Viseu pelos Direitos LGBTQIA+

Já há data para a 9.ª Marcha de Viseu pelos Direitos LGBTQIA+

Plataforma Já Marchavas afirma que iniciativa é um ato político e apela à mobilização coletiva nas ruas da cidade

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 Já há data para a 9.ª Marcha de Viseu pelos Direitos LGBTQIA+

A Plataforma Já Marchavas anuncia a realização da 9.ª edição da Marcha de Viseu pelos Direitos LGBTQIA+, marcada para o dia 10 de outubro. A organização afirma, sob o lema “O ódio cresce, mas nós não nos escondemos”, que a iniciativa surge num contexto que considera de agravamento do discurso de ódio e de ataques a direitos.

Em comunicado enviado às redações, a plataforma refere que “a extrema-direita continua a ganhar força em Portugal, consolidando-se como a maior força da oposição na Assembleia da República”, e acrescenta que se assiste “à crescente normalização de discursos de ódio e de ataques a direitos conquistados pelo movimento Queer em Portugal, mas também a ataques aos direitos das mulheres e das pessoas migrantes”.

A organização sustenta que “Marchamos porque o atual Governo aliou-se à extrema-direita para apagar conquistas e porque pessoas LGBTQIA+ continuam a ser alvo de discriminação, violência, exclusão social e invisibilização, em Portugal e no mundo”.

No mesmo comunicado, a Plataforma Já Marchavas sublinha que “A Marcha pelos direitos LGBTQIA+ é um ato político” e destaca o contexto territorial da iniciativa. “Num território do interior, onde a solidão, o silêncio e a falta de respostas institucionais são muitas vezes a norma, a marcha assume um papel ainda mais urgente”, refere. 

A organização acrescenta o apelo “a uma forte mobilização coletiva e à ocupação das ruas”.

Para o dia 10 de outubro, a plataforma afirma que voltará “às ruas de Viseu para exigir políticas públicas locais e nacionais, por uma educação inclusiva, por acesso à saúde sem discriminação e pelo direito a viver sem medo”.

O comunicado termina com as palavras: “O ódio cresce. Nós ocupamos as ruas” e “O ódio cresce. Nós marchamos!”.

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