No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
Ana Rita Barreto, de 21 anos, é a cabeça de lista do partido Nós, Cidadãos! por Viseu para as legislativas de 30 de janeiro. A lista foi apresentada no passado domingo (16 de janeiro), dia em que arrancou a campanha oficial para as eleições.
A jovem candidata tem como prioridades estabelecer políticas de proximidade entre o interior e o litoral e fixar jovens quadros qualificados no distrito, além de uma maior coesão social na região, entre outras propostas.
Ana Rita Barreto revela que quer atingir três grandes objetivos: “informar, relembrar e inspirar”.
“Queremos informar porque a abstenção é uma constante e acredito que isto acontece devido ao afastamento da classe política em relação aos cidadãos e também ao desconhecimento da política por parte de alguns jovens. Por isso, o meu objetivo com esta campanha é também informar para que os jovens vão votar e tenham consciência da importância que isso traz”, afirma.
A cabeça de lista diz ainda que a campanha também quer “relembrar” os políticos de carreira e alertá-los “para que não podem continuamente hipotecar as nossas vidas com empréstimos públicos que poem em causa a sustentabilidade financeira do nosso país”.
“Os jovens merecem ter oportunidades para ficar, são altamente qualificados e não devem ter de escolher entre ficar perto da família ou ter um estilo de vida confortável onde não tem de estar a contar todos os meses os tostões”, acrescenta.
Por fim, Ana Rita Barreto quer ainda inspirar os jovens “a tomar uma posição”. “Ninguém é demasiado jovem para entrar na política e sou um exemplo. Tenho 21 anos e quero mostrar que todos podem entrar na política e que os jovens devem tomar as rédeas das suas vidas e participar ativamente nos campos social e político”, frisa.
A licenciada em Gestão sublinhou ainda os “quatro pontos cardeais” que o Nós, Cidadãos! considera como essenciais para uma mudança do paradigma político.
Um desses pontos passa pela “reforma do sistema político e eleitoral que aproxime verdadeiramente os portugueses da política e para que a política verdadeiramente represente os portugueses”.
“Em segundo lugar, queremos um maior combate à corrupção e uma maior transparência. Todos os anos, Portugal perde 18,2 mil milhões de euros para a corrupção e este valor podia ser aproveitado de uma forma muito mais útil para as nossas populações, a educação e a saúde. Por outro lado, é necessária uma nova estratégia nacional. Portugal é um país europeu, mas também atlântico e lusófono e é urgente criar parcerias com os países da CPLP e levar a língua portuguesa”, acrescenta.
Por fim, a candidata defende também uma maior coesão social e territorial, o ponto que, considera, “mais me debato no nosso distrito” através do estímulo dos transportes coletivos e da diminuição das portagens nas autoestradas.