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O cabeça de lista do PS por Viseu, João Azevedo, assinou com outros candidatos do partido para as legislativas um manifesto pelo interior.
O documento, também assinado pelos cabeças de lista de Castelo Branco, Guarda e Portalegre, propõe uma série de medidas vista a apoiar o investimento e a atrair empresas e pessoas para o interior.
Entre as propostas dos socialistas, inclui-se a criação de um estatuto especial para as regiões do interior e também a redução das portagens para veículos de classe 1 em 50 por cento “face aos valores de 2011” na A24 e A25, além de um centro internacional de medicina de reabilitação para as regiões de Viseu Dão Lafões, Serra da Estrela, Beira Baixa, Alto Alentejo e zonas transfronteiriças de Espanha.
João Azevedo, Ana Abrunhosa, Ana Mendes Godinho e Ricardo Pinheiro propõem ainda implementar um programa de estímulo à produção local e regional e desenvolver outro para a retoma do comércio e serviços, além de criar um centro de turismo no interior em parceria com instituições de ensino superior e outras entidades.
Esse centro, acrescentam os candidatos, dedicar-se-ia à investigação, formação e desenvolvimento de produtos com vista “à criação de um destino turístico de excelência”.
Os cabeças de lista sugerem também “medidas diferenciadoras de apoio ao investimento, nomeadamente com recurso a fundos europeus”, apoiando as pequenas e médias empresas “nos investimentos inovadores, na qualificação e internacionalização, na realização de investigação e desenvolvimento tecnológico em parceria com instituições de ensino superior”.
No manifesto, consta também a criação de uma agência de captação de investimento para o interior, em parceria com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, comissões de coordenação e desenvolvimento regional, comunidades intermunicipais, municípios, associações empresariais, instituições de ensino superior, infraestruturas científicas e tecnológicas, e laboratórios colaborativos.
O PS propõe ainda lançar medidas de apoio à contratação e à mobilidade de trabalhadores e um programa de regresso ao interior, “estimulando o regresso de quem o trocou pelo litoral e pelo estrangeiro”, e outro de atração de imigrantes.
Os candidatos propõem também um programa de qualificação, ampliação e criação de áreas de acolhimento empresarial, “assegurando que possuem todas as valências das áreas de localização de nova geração, como a conectividade digital de qualidade, proteção contra incêndios e produção de energia para autoconsumo”.
O Partido Socialista promete ainda assegurar a conectividade digital no interior, “assegurando uma cobertura de banda larga fixa e móvel, de forma a permitir o acesso das populações a serviços de proximidade”, e aprofundar os benefícios fiscais, incluindo benefícios às famílias que mudam para o interior através de um aumento do limite das deduções em IRS durante cinco anos.
As propostas também abrangem a equiparação a comparticipação dos passes dos transportes públicos aos valores praticados nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a mobilidade de alunos do ensino superior através de um programa Erasmus interno e a promoção da habitação jovem através de bolsas de casas para arrendamento e incentivos à recuperação em zonas despovoadas.
O PS propõe garantir transportes “flexível e a pedido às populações mais frágeis ou isoladas”, bem como serviços de saúde, apoio social, bem-estar e outros “mais flexíveis na gestão e adaptadas à utilização, seja pela criação de centralidades locais ou através de serviços móveis ou a pedido” e projetos-piloto para as escolas, nomeadamente o ensino profissional em mobilidade.
Dentro das propostas, destaque também para a criação de um centro de competências internacional dedicado à economia e inovação social.