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O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, espera que o Governo e os deputados do PS eleitos pelo distrito cumpram as promessas feitas na campanha para as legislativas.
A reação surge depois de, nas eleições de domingo (30 de janeiro), o PS ter vencido no distrito com 41,55 por cento dos votos. O PSD acabou por ficar em segundo lugar com 36,81 por cento. Ambos os partidos elegeram quatro deputados cada para o Parlamento.
Ao Jornal do Centro, Fernando Ruas diz que, perante a maioria absoluta agora conquistada pelo PS no país, aguarda pelas obras anunciadas para a região.
“Eu conto ter – sem necessidade de grande empenhamento meu – o comboio, a autoestrada, a radioterapia, os vários apoios PARES (para equipamentos sociais) e o hospital psiquiátrico. Isso tudo foi prometido pelo primeiro-ministro, que prometeu isto três vezes na última campanha para as legislativas, depois nas autárquicas e agora que voltou a prometer”, diz em tom irónico.
O autarca social-democrata entende que não há motivo para o Governo e os deputados do PS não concretizarem com os projetos traçados para a região.
“Também não vou deixar, com a função que desempenho, de reclamar junto do Governo esta necessidade, mas acho que, desta vez, está muito mais facilitado”, acrescenta o também presidente da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.
Caso contrário, Fernando Ruas avisa que não se irá calar e que vai estar atento e pedir explicações.
Entre os deputados eleitos pelo PS em Viseu, está o cabeça de lista João Azevedo, que é também vereador da oposição na Câmara viseense.
Quanto ao resultado eleitoral das legislativas de ontem, Fernando Ruas não escondeu a sua surpresa com a vitória do PS, que não vencia no distrito de Viseu desde 2005. O autarca laranja diz que o desfecho foi “uma surpresa para todos”.
Sobre o futuro do PSD, Fernando Ruas entende que o partido “deve arrepiar caminho”. “O líder (Rui Rio) já disse que vai pôr o seu lugar à disposição e vamos tentar outra vez convencer os cidadãos que, de facto, temos as melhores políticas para o país”, conclui.