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O presidente do PSD, Luís Montenegro, lamentou esta sexta-feira (16 de setembro) que o IC35, via de ligação entre Cinfães e Penafiel, continue no papel, apesar de o PS ter governado 20 dos 27 anos no país com “normalidade do ponto de vista das contas públicas”.
“A persecução da construção do IC35, que acompanhei em termos de projeção no início dos anos 2020, enquanto deputado eleito por Aveiro, está ainda no papel, apesar das sucessivas promessas dos membros do Governo”, apontou o líder social-democrata em Cinfães, no âmbito do roteiro Sentir Portugal.
“Aqui todos os governos têm responsabilidade, mas vamos ser justos, um partido que governou 20 dos últimos 27 anos tem mais responsabilidade do que qualquer outro”, defendeu, salientando que o PS “governou e governa em termos de normalidade do ponto de vista das contas públicas”, o que não aconteceu com o PSD que na última vez que esteve no poder esteve abraços com um resgate da troika.
Na opinião de Luís Montenegro, o país não pode ter autoestradas em “todo o lado”, ainda assim tem que ser assegurada “uma rede complementar das autoestradas que possa dar igualdade de oportunidade a todos os pontos do território”.
“Este, em particular, é muito castigado e não é por acaso que é um dos concelhos mais pobres do país”, afirmou, lamentando que as acessibilidades a Cinfães não tenham conhecido melhorias nos últimos 30 anos.
“Temos uma rede de autoestradas que tem um nível de cobertura razoável, mas a mobilidade interconcelhia, sobretudo no interior do país, tem sido completamente desprezada. O que eu lamento é que com tantos quadros comunitários de apoio, com tanto dinheiro disponível e tanta vontade política declarada, aquilo que eu vejo é que no terreno está tudo sucessivamente adiado”, criticou.
Luís Montenegro esteve esta manhã na EB 2,3 de Cinfães, para marcar o arranque do ano escolar. A ocasião foi aproveitada para lamentar a falta de professores no regresso às aulas.
“Haverá umas dezenas de milhares de alunos que vão iniciar o ano escolar sem professores pelo menos a uma disciplina, que foi aliás uma das marcas mais dominantes do último ano letivo. E é lamentável e muito reprovável que o Governo não tenha aproveitado aquilo que aconteceu o ano passado para prevenir que a situação se pudesse repeti”, disse, realçando ser necessário que o Ministério da Educação encontre “soluções para esse problema”.