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O panorama para a maçã produzida na região do Távora, no norte do distrito de Viseu, “é grave” e a culpa é da seca. Quem o diz é o presidente da Cooperativa Agrícola do Távora, João Silva, que estima uma quebra de 70 por cento na produção.
“A situação está cada vez mais grave. As maçãs secam, estão a ficar amarelas, sofrem com a falta de humidade e não estão a crescer. O panorama é grave e a região vai ter uma quebra de 60 a 70 por cento”, diz o responsável pela cooperativa sediada em Moimenta da Beira.
Segundo o dirigente, várias maçãs têm tido problemas de conservação, o que coloca em causa a sua saída para o mercado, sendo que a fruta está a ficar “com pouca cor e mais virada para o amarelo”. “Estamos num momento mesmo mau. Pode ser que venha alguma coisa que altere isto”, acredita.
A situação agrava-se ainda mais com a situação na Barragem do Vilar, que está em baixo com uma . João Silva diz que os fruticultores ainda podem retirar água da albufeira para regar os pomares, mas não muita.
“Há contadores a marcar o volume de água, as águas estão mesmo longe e há produtores que tiveram de comprar motores mais potentes. A água está muito longe dos sítios onde as estruturas tinham as suas bombas e as suas máquinas”, refere.
Na produção de vinho, o cenário não é tão complicado, adianta o presidente da Cooperativa do Távora. “A parte mais alta está um pouco melhor, mas a mais baixa está pior. No vinho, estamos obviamente com alguma seca. Algumas variedades estão a ficar um pouco pior, mas o resto está a aguentar. Os próximos dias vão ser decisivos”, aponta.
O presidente da Cooperativa Agrícola do Távora fala numa situação muito complicada na região devido à falta de água. Vários produtores nas suas produções na região por causa do calor. O distrito de Viseu tem passado por seca severa nos últimos meses.