Apresentação posicionamento marca Caramulo 1
Escola Secundaria Alves Martins  - Viseu
Highway under construction with concrete barriers, a dirt embankment, and yellow warning signs along the roadway edge at dusk/dawn light; no traffic on the open lane ahead.
Group of eight professionals in business attire standing on the entrance stairs of a building labeled Training Center, posing for a team photo.
casas habitação aluguer comprar
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
Male singer on stage performing to a packed crowd raising hands under purple lighting.
trilho varzielas ofrades caramulo
Young couple near classical stone columns on a campus; the man with a backpack gazes upward as the woman looks on.
Home » Notícias » Diário » Maioria dos alunos desiste dos estudos se não concluir o secundário em cinco anos

Maioria dos alunos desiste dos estudos se não concluir o secundário em cinco anos

Relatório "Education at a Glance 2025” da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
pub
29.09.26
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
29.09.26
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
pub

A maioria dos jovens que não consegue concluir o ensino secundário em, pelo menos, cinco anos acaba por desistir dos estudos, segundo um relatório divulgado hoje que destaca, ainda assim, o progresso de Portugal na escolaridade obrigatória.

Portugal tem cada vez menos jovens sem o ensino secundário e essa percentagem passou de 33% em 2015 para 15% em 2025, indica o relatório “Education at a Glance 2025”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Num país onde a escolaridade obrigatória é o 12.º ano, ou até o aluno completar 18 anos de idade, muitos alunos que ficam retidos mais de dois anos acabam por desistir dos estudos sem terminar o ensino secundário.

Em 2024, 84% dos estudantes portugueses concluíram o ensino secundário no tempo previsto ou em até dois anos além da duração do curso, segundo os dados da OCDE.

Entre os restantes, só 2% continuavam inscritos num estabelecimento de ensino, enquanto 14% já tinham desistido sem concluir aquele nível de ensino.

Entre as raparigas, a probabilidade de terminar o 12.º ano é maior, uma diferença de género transversal à maioria dos países da OCDE, mas mais acentuada em Portugal (sete pontos percentuais, em comparação com três pontos percentuais na média da OCDE).

No relatório divulgado hoje, o país não se destaca apenas pelo progresso na escolaridade obrigatória.  

Na faixa etária dos 25 aos 34 anos, a percentagem de diplomados do ensino superior em Portugal passou de 33% para 43% em apenas uma década, próximo dos 47% da média da OCDE registada em 2025.

A diferença resulta, sobretudo, da reduzida participação dos jovens portugueses em ciclos de estudos do ensino superior de curta duração, nomeadamente os cursos técnicos superiores profissionais, que duram dois anos.

Os dados da formação mostram também a expansão do ensino profissional, e Portugal surge como um dos poucos países onde os jovens apresentam uma incidência muito superior à geração mais velha: 19% dos jovens entre os 25 e 34 anos tiraram cursos profissionais, em comparação com 2% entre os 55 e 64 anos.

Olhando para a educação na infância, o relatório refere que, em Portugal, 94% das crianças a partir dos 3 anos frequenta o pré-escolar, ligeiramente acima da média da OCDE, que ronda os 90%.

Por outro lado, o relatório analisa o défice de cuidados infantis, ou seja, o intervalo entre o término da licença parental e o direito à educação e acolhimento na primeira infância.

Na média da OCDE, da qual Portugal se aproxima, o défice é de cerca de dois anos, mas há contextos muito díspares: em 13 países, as famílias nunca ficam sem resposta, mas noutros o défice ultrapassa os cinco anos.

O relatório ressalva, no entanto, que a existência de um défice de cuidados infantis não implica a ausência de respostas durante esse período, mas apenas que não existe um direito legal universal, podendo ainda assim ser disponibilizados serviços subsidiados pelo Estado, como o programa português Creche Feliz.

“As limitações com que as famílias se deparam dependem não só das regras relativas aos direitos, mas também de fatores como a acessibilidade financeira, a disponibilidade dos serviços, os horários de funcionamento e as condições de elegibilidade”, explica a OCDE.

pub

Outras notícias

pub
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu

Notícias relacionadas

Procurar