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A Magnólia do Palácio dos Condes, em Mangualde, está na corrida a Árvore do Ano. O exemplar está entre as 10 árvores a concurso e pode ser votada até dia 5 de janeiro. A Magnólia é a única representante do distrito e da região Centro.
A árvore conta com 200 anos de história, tem 5,5 metros de altura e 5,26 metros de diâmetro. A espécie já recebeu 372 votos. Com mais de 200 anos de história, a magnólia está no Jardim Histórico do Palácio Anadia.
Numa breve descrição no site do concurso, é referido que a árvore “uma vez florescida, em tons rosados e brilhantes, confere a aura mágica de um Jardim Romântico, voltado para o descanso e lazer, envolvidos pelos mais diversos aromas. Hoje, apreciada por milhares de visitantes, é uma verdadeira obra de arte, de uma beleza intemporal”.
Na última edição, onde esta árvore também participou, a grande vencedora nacional foi o Eucalipto de Contige, no concelho de Sátão, com 3.046 votos. O eucalipto com mais de 140 anos representou Portugal na fase internacional.
O concurso da Árvore Europeia do Ano surgiu em 2011, inspirado num concurso da República Checa sobre a Árvore do Ano. Desde então, os países envolvidos passaram de cinco para 22. A UNAC aderiu pela primeira vez à iniciativa como organizador nacional em 2018. Em 2018 foi uma árvore portuguesa a ganhar o concurso internacional. Na última edição internacional venceu o Carvalho de Dunin, eleito pela Polónia.
De acordo com a UNAC, o objetivo do concurso é destacar a importância das árvores antigas na herança cultural e natural. “Ao contrário de outros concursos, a Árvore Europeia do Ano não se foca apenas na beleza, no tamanho ou na idade da árvore, mas sim na sua história e relações com as pessoas”, salienta.
A UNAC é uma União de Organizações de Produtores Florestais que representa os interesses dos produtores florestais do espaço mediterrânico português junto das instituições nacionais e europeias.