Weathered stone chapel with arched doorway and red-tiled roof, in a sunny courtyard.
Panel discussion at a charity/event inside a fire station, with a red fire truck behind and banners on the table centerpiece.
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A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
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Mau tempo: São João da Pesqueira pede integração na Declaração de Situação de Contingência

Autarca fala em prejuízos de um milhão de euros provocados pelas intempéries

 Câmara de Mangualde prepara centro tecnológico no concelho
18.02.26
fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Mangualde prepara centro tecnológico no concelho
18.02.26
Fotografia: Jornal do Centro
Poster featuring a young woman with bold white text: 'A prevenção começa em si. Prepare-se e proteja-se dos incêndios rurais.' Promotes rural fire safety with logos at the bottom.
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 Mau tempo: São João da Pesqueira pede integração na Declaração de Situação de Contingência

O presidente da Câmara de São João da Pesqueira, Manuel Cordeiro, pediu hoje a integração do seu concelho na Declaração de Situação de Contingência, atendendo aos prejuízos de um milhão de euros provocados pelas intempéries.

“A dimensão territorial dos impactos e o volume estimado de prejuízos ultrapassam largamente a capacidade de resposta normal do município”, alertou Manuel Cordeiro.

Segundo aquele autarca do norte do distrito de Viseu, “os encargos associados à reposição da normalidade representam um impacto significativo no orçamento municipal, comprometendo a execução regular das atividades planeadas e a sustentabilidade financeira, num ano em que decorrem investimentos estruturantes no âmbito do Quadro Comunitário 2030”.

Atendendo “à gravidade das ocorrências, à extensão dos danos e ao impacto financeiro estimado”, o município de São João da Pesqueira pediu ao Governo que seja integrado na Declaração de Situação de Contingência, ao abrigo do regime legal aplicável.

Este concelho “foi e continua a ser severamente afetado pelas recentes intempéries que assolaram a região e o país, registando danos em infraestruturas públicas, vias rodoviárias, propriedades privadas e explorações agrícolas”, em todas as freguesias.

Devido às “fortes e persistentes chuvas verificadas desde o final do mês de janeiro”, registaram-se quedas de vários muros de suporte, danos na rede viária municipal (devido a abatimentos e aluimentos) e prejuízos em infraestruturas consideradas essenciais às populações e à economia local.

Manuel Cordeiro apontou a intervenção na Estrada Municipal 504-3 (entre São João da Pesqueira e Várzea de Trevões), que está orçamentada em cerca de meio milhão de euros, como uma das prioridades.

“Face à urgência imperiosa de repor esta ligação, atualmente alternativa ao trânsito condicionado pelas obras da Infraestruturas de Portugal em curso na Estrada Nacional 222, a obra terá de iniciar com a maior brevidade possível”, avisou.

O município garantiu que tem mantido “uma intervenção permanente no terreno, assegurando a reposição de condições mínimas de segurança, a sinalização das zonas de risco e o apoio às populações afetadas”.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

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