Museum display: orange racing suits on the left, a video of a helmeted driver in a car on the screen, and a yellow race car in the foreground.
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Athletes stand on a podium: first place in center with green pants and white shirt, holding a certificate and wearing gold medal, flanked by second and third place winners on red/blue outfits; backdrop reads WMAC DAEGU 2026 with flags and sponsor logos.
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Médico de Viseu explica porque recusou presidência do INEM e diz que nunca tomou posse

Vítor Almeida foi ouvido pelos deputados em comissão parlamentar da Saúde. Médico no hospital de Viseu afirmou que Portugal não tinha um plano B para a emergência médica

12.09.24
Jornal do Centro
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12.09.24
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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O médico do hospital de Viseu que recusou liderar o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) esclareceu esta quarta-feira (11 de setembro) que nunca tomou posse como presidente do organismo, garantindo que não divulgou para a comunicação social a carta dirigida à ministra da Saúde e tornada pública.

Na comissão parlamentar da Saúde, onde foi ouvido, Vítor Almeida, que saiu ao fim de uma semana após ter sido indicado pelo Governo no início de julho para liderar o INEM, explicou aos deputados que a carta que enviou para o Ministério da Saúde saiu para a comunicação social 10 dias depois de ter sido nomeado para o cargo.

“Não foi por minha via [divulgação da carta], que fique muito bem claro”, precisou o clínico do quadro do Hospital de Viseu, afirmando que não é presidente demissionário do INEM, porque “nunca tomou posse”.

Na carta que enviou ao Ministério da Saúde e divulgada na altura na comunicação social, Vítor Almeida afirmou que Portugal não tinha um plano B para a emergência médica, tendo sido essa a razão que o levou a não querer presidir ao organismo.

Vitor Almeida avisou também que o país ficava sem socorro aéreo se o Tribunal de Contas chumbasse os ajustes diretos para os helicópteros, querendo por isso um compromisso por parte do Governo mas tal foi recusado.

“Houve condições que coloquei logo no início, mas eram condições que se podiam resolver, nomeadamente o vogal. Se tem dois vogais. Temos de ter o terceiro vogal, que é fundamental”, disse hoje o médico aos deputados, considerando que o INEM “precisa de força financeira”.

A pedido da Iniciativa Liberal (IL) e do Chega, o especialista em emergência falava no parlamento sobre “o atual contexto” do INEM e “a necessidade de assegurar a estabilidade e a confiança na gestão” no organismo.

Aos deputados, Vítor Almeida disse que se manifestou “um bocado preocupado” com a situação dos ajustes diretos para a aquisição de helicópteros.

“A ministra foi sempre correta no trato e eu também fui correto com ela. E, portanto, sei também e estou convicto que não foi ela [que divulgou a carta]”, realçou, manifestando-se convicto que não foi a ministra que divulgou a missiva que explica a sua desistência do cargo.

Vítor Almeida tinha sido nomeado no dia 04 de julho para a presidência do INEM, depois da demissão de Luis Meira na sequência da polémica com o concurso dos helicópteros de emergência médica.

Perante isso, foi nomeado o militar Sérgio Dias Janeiro, que dirigia o serviço de medicina interna do Hospital das Forças Armadas.

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