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O número de acidentes nas estradas do distrito de Viseu baixou entre janeiro e agosto deste ano, em comparação com 2020 e em contraciclo com os números nacionais.
Os dados da sinistralidade rodoviária foram novamente atualizados recentemente pela Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária (ANSR).
Nos primeiros oito meses de 2021, as autoridades registaram 673 sinistros na região, menos 10 face ao mesmo período do ano passado (683 acidentes). O número representou uma descida de 1,5 por cento.
Viseu foi um dos poucos distritos onde houve uma quebra da sinistralidade rodoviária juntamente com Castelo Branco e Guarda.
Nas vítimas mortais, houve uma quebra dos 11 para os 8 mortos. A queda foi na ordem dos 27,3 por cento entre 2020 e 2021.
A ANSR também revelou no seu balanço 49 feridos graves, menos cinco em comparação com o período entre janeiro e agosto do último ano. A redução foi de 9,3 por cento.
Os feridos ligeiros foram o único indicador onde o número aumentou, tendo passado de 810 para 827, significando um crescimento de 2,1 por cento.
Na combinação de vítimas mortais e feridos graves, o distrito teve uma descida de 12,3 por cento face a 2020.
Segundo os números da ANSR, a região assistiu até agora a sete acidentes com vítimas mortais, das quais dois ocorreram em Viseu, na Rua António Augusto Ferreira, em Gumirães, e na Estrada Nacional 16.
Foram ainda registados acidentes fatais em Penedono (Estrada Nacional 229), Tondela (IP3), Moimenta da Beira (EN226), Tarouca (EN329) e Castro Daire (EN2).
, a ANSR reportava um aumento de 1,1 por cento nos acidentes registados no distrito entre janeiro e julho, tendo a região de Viseu passado a ter 554 ocorrências.
A nível nacional, Portugal teve até agosto um total de 17.668 acidentes, representando um aumento de 3,7 por cento, dos quais resultaram 242 vítimas mortais, 1.261 feridos graves e 20.630 feridos leves.
Em agosto registaram-se 2.996 acidentes rodoviários nas estradas portuguesas com um aumento de 42,5 por cento das vítimas mortais e de 9,1 por cento de acidentes em relação ao mesmo mês de 2020.
A colisão foi a natureza de acidente mais frequente (53,5% dos acidentes) apesar de estar na origem de 40,9% das vítimas mortais, enquanto os despistes, que representaram 35,3% do total dos desastres, corresponderam a 46,7% das vítimas mortais e a 42,7% dos feridos graves.