No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
O Governo vai pagar o novo apoio extraordinário de 240 euros a, pelo menos, mais de 33 mil beneficiários da tarifa social da luz e 9 mil idosos que recebem o complemento solidário no distrito de Viseu. A medida anunciada pelo primeiro-ministro será aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros.
Segundo a Direção-Geral de Energia e Geologia, que cita dados de novembro, a região tem 33.763 beneficiários da tarifa social. Viseu tem mais pessoas beneficiárias do que outros distritos vizinhos como Guarda (14.380), Coimbra (28.735) e Vila Real (23.859). Só Aveiro e Porto têm números mais elevados com 49.210 e 142.250 beneficiários, respetivamente.
A juntar aos beneficiários da tarifa da luz, a prestação extraordinária também vai ser paga a quem recebe o complemento solidário para idosos, o rendimento social de inserção, o abono de família, as pensões sociais de invalidez e velhice e o subsídio social de desemprego.
Segundo a Segurança Social (SS), 9.503 pessoas do distrito de Viseu recebiam em outubro o complemento solidário para os idosos.
O apoio será pago por transferência bancária pelos serviços da SS para a conta que cada beneficiário registou na plataforma Segurança Social Direta. Quem não tiver conta associada receberá o dinheiro por vale postal para a morada registada nos serviços.
O novo apoio extraordinário abrange a nível nacional mais de um milhão de famílias vulneráveis em todo o país e vai custar 240 milhões de euros aos cofres do Estado. Os mesmos beneficiários já foram contemplados em duas prestações extraordinárias, este ano, em duas tranches de 60 euros cada, no final dos primeiro e segundo trimestres.
O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro em entrevista à revista Visão. A medida “corresponde a um esforço muito grande, tendo em conta aquilo que foi a evolução da inflação neste segundo semestre”, sustentou António Costa.
Já o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que o apoio pode fazer a diferença na vida de várias famílias, embora também tivesse afirmado que teria de conhecer melhor os contornos da medida para a poder comentar.
Aos jornalistas, o chefe de Estado disse ter apenas conhecimento de que “não é o mesmo universo” de portugueses que recebeu, a partir de outubro, o apoio de 125 euros extraordinário para mitigar os efeitos da inflação.
“São aqueles que têm necessidades económicas e sociais mais graves. Não sei quantos serão exatamente, mas admito que se forem famílias ou pessoas com rendimentos muito, muito, muito baixos, 240 euros façam uma diferença nas suas vidas”, concluiu Marcelo.