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Ministério Público pede 14 anos para homem que asfixiou companheira

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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
08.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
08.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ministério Público pede 14 anos para homem que asfixiou companheira

O Ministério Público pediu hoje (8 de fevereiro) a condenação do homem, de 36 anos, que terá asfixiado a companheira, de 47 anos, em Viseu.

O crime remonta a janeiro do ano passado e está a ser julgado no Tribunal de Viseu, onde esta manhã foram feitas as alegações finais.

O Ministério Público pede agora a condenação de Henrique Rodrigues, que está acusado de um crime de homicídio qualificado, por um período entre 13 a 14 anos.

A acusação considerou que o arguido é o autor da morte de Anabela , que morreu por “estrangulamento”, com recurso a um “laço”.

Nas alegações finais, o Ministério Público concluiu que apenas Henrique Rodrigues terá tido acesso ao apartamento onde a vítima foi encontrada já sem vida, e onde ambos residiam.

A acusação disse ainda que, tendo por base o relatório da autópsia, conclui-se que a morte aconteceu numa altura em que o suspeito estaria em casa, o que “coloca em crise a tese do arguido”.

Defesa pede absolvição e diz que argumentos do Ministério Público são insuficiente
Já a defesa pediu a absolvição do arguido, alegando que os argumentos usados não são suficientes para condenar Henrique Rodrigues.

O advogado salientou que não está provado que a vítima tenha sido assassinada em casa, já que apresentava marcas de ter sido arrastada; que o arguido não deveria ter sido o único suspeito; e que o estado em que se encontrava o corpo não pode ser usado como critério para determinar a hora da morte da vítima.

Henrique Rodrigues diz estar inocente
Depois de Ministério Público e defesa, Henrique Rodrigues também foi ouvido, dizendo apenas que era inocente e que tinha sido “tramado”. “Só tenho a dizer que sou inocente, estou a pagar pelo que não fiz e fui tramado. Só quero retomar a minha vida”, finalizou.

A leitura do acórdão está agendada para a próxima terça-feira, 15 de fevereiro.

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