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Mortas 28 mulheres desde o início do ano, nenhuma no distrito de Viseu

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 Mortas 28 mulheres desde o início do ano, nenhuma no distrito de Viseu - Jornal do Centro
16.11.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Mortas 28 mulheres desde o início do ano, nenhuma no distrito de Viseu - Jornal do Centro
16.11.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Mortas 28 mulheres desde o início do ano, nenhuma no distrito de Viseu - Jornal do Centro

Vinte e oito mulheres foram mortas desde o início do ano, segundo o relatório preliminar do Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA). Os números são referentes ao período entre 1 de janeiro e 15 de novembro.

Dos casos recolhidos pelo OMA, nenhum aconteceu no distrito de Viseu, sendo que Lisboa é o que apresenta o maior número de mulheres mortas (8). Dos 28 casos, 22 são femicídios em contexto de relações de intimidade e seis são assassinatos em outros contextos (três em contexto familiar e os restantes em contexto de crime, discussão pontual e contexto omisso).

Em comparação aos dados do mesmo período de 2021, este ano morreram mais cinco mulheres em todo o país. Já no distrito de Viseu, nos 12 meses do último ano ocorreram cinco homicídios, dos quais dois foram no contexto de violência doméstica.

Nos casos de femicídio, a idade das vítimas é, na sua maioria, entre os 36 e os 50 anos de idade. “Do total de vítimas, sete mulheres estavam empregadas, três estavam reformadas e uma estava desempregada. Das 22 vítimas de femicídio, 21 tinham filhas/os”, denuncia o OMA.

Já os suspeitos, 23 no total, sendo que num dos casos houve coautoria do crime, a maior parte tem entre 24 e os 64 anos, com maior expressividade nos 36-50 anos. “Do total de perpetradores, 11 estavam empregados e 15 tinham filhos”, refere.

Junho foi o mês em que ocorreu o maior número de mortes (9), dos quais cinco são femicídios e quatro assassinatos. Até à presente data, apenas durante este mês de novembro não foram registadas mortes de mulheres.

Todos os femicídios foram cometidos por homens
Os 22 casos de femicídio (mortes intencionais de mulheres relacionadas com questões de género) foram cometidos por homens. Desses 22, 13 foram em contexto de relações atual (59 por cento) e nove em contexto de relações passadas (41 por cento). Em 15 casos, vítima e agressor tinham filhos em comum.

Segundo os dados disponibilizados pela OMA, em 55 por cento dos femicídios existia violência prévia contra a vítima. “As formas de violência identificadas nas notícias incluem violência física, psicológica, perseguição, ameaças, diversas estratégias de controlo, e ainda uma tentativa de femicídio prévia”, refere.

Em 55 por cento dos casos (12), o crime ocorreu na residência conjunta da vítima e ofensor. As restantes mortes aconteceram na na via pública (cinco casos), na residência da vítima (três casos) e os restantes dois casos em outros locais. Em 41 por cento dos casos a vítima foi morta com recurso a arma de fogo.

Maioria dos suspeitos de assassinatos são mulheres
Já no que diz respeito aos seis casos de assassinato, a maioria aconteceu em contexto familiar (50 por cento). “Um assassinato ocorreu em contexto de outro crime, outro em contexto de discussão pontual e outro em contexto omisso”, referem os números do OMAR.

Aqui, grande parte das vítimas tem 65 anos ou mais, em dois casos as vítimas eram menores de idade. Já quando aos suspeitos dos crimes, muitos cometidos em coautoria, contabilizaram-se nove ofensores/as, sendo que cinco eram mulheres, três homens e em um caso o género é omisso.

Quanto à idade dos suspeitos, a grande maioria tem entre os 24 e 35 anos. Três dos/as ofensores/as estavam empregados/as e dois estavam desempregados/as.

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