No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
O presidente da distrital do PSD, Pedro do Alves, considera que a morte de Almeida Henriques é uma “perda irreparável” e um “choque tremendo”.
O presidente da Câmara de Viseu morreu este domingo (4 de abril) no hospital da cidade onde estava internado com Covid-19. O autarca lutava há um mês contra a doença. Esteve nas últimas semanas internado nos cuidados intensivos.
Em declarações ao Jornal do Centro, Pedro Alves fala “numa perda de um companheiro, de um amigo, que ao longo de muitos anos travou muitas lutas ao nível político”, mas também na “defesa dos empresários da região”.
“Almeida Henriques era um homem de causas, uma pessoa sempre muito dedicada aos outros, ao serviço público e esta é uma perda irreparável porque estava neste momento a travar mais uma das suas lutas, a luta autárquica entregue a Viseu e aos viseenses”, refere, salientando que foi “um choque tremendo esta notícia”.
“É uma perda irreparável, mas fica sobretudo a memória de um homem extraordinário, com grande sentido de justiça, muito determinado e que deixou um legado de grande justiça para todos”, acrescenta.
Pedro Alves destaca ainda “a visão” que o presidente da Câmara de Viseu e antigo deputado e governante tinha sobre o território e os “projetos extremamente inovadores” pelo qual se batia.
“Foi dada continuidade a um projeto que o PSD tinha para a comunidade e Almeida Henriques soube ajustar a estratégia de posicionamento do concelho para os novos tempos. Recentrou a estratégia do concelho numa lógica de novas tecnologias, manteve Viseu como a cidade com mais qualidade de vida. Deixa essa marca clara que de hoje Viseu é um concelho de e com futuro, inovador e empreendedor”, afirma.
Almeida Henriques estava a concluir o segundo mandato como presidente da Câmara de Viseu. O PSD já tinha dado luz verde à sua recandidatura. O anúncio oficial, segundo Pedro Alves, ia ser feito já no próximo mês.
O líder da distrital social-democrata diz que “é demasiado cedo para falar” sobre o candidato do partido ao município nas autárquicas deste ano e garante que “nem tão depressa o PSD se vai debruçar sobre” esse assunto.
“Tínhamos acordado a apresentação da candidatura dele em maio e tivemos sempre fé, esperança que a situação de saúde se invertesse. Esta tristeza que nos preenche a todos não nos permite sequer, por respeito sobretudo à memória dele, pensar noutras coisas que não seja mesmo apenas nele próprio. Não é um dossiê que se abrirá tão depressa porque não há necessidade de o fazer”, defende.