No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
Naquela manhã a aldeia acordou com o tilintar aflito dos sinos da igreja que anunciavam mais uma morte. O morto, a quem a memória não lembra o nome, vamos chamá-lo de Adolfo. As ruas logo se entristeceram e a sua esposa afundada num pranto, logo se apressou a contratar uma carpideira para que a morte do marido fosse devidamente chorada. Uma carpideira das boas, dessas que não prolongavam silêncios e soltavam lágrimas de sal. Pagava-se, tinha de chorar!
Procedeu-se aos respetivos preparativos da cerimónia fúnebre e dos afazeres que a morte exige. Afinal morrer é uma prática que exige variados esforços…..
… e o resto da história aqu
Ouça “>aqu o final da história
Ficha Técnica
Voz: Dennis Xavier
Escrito por: Dennis Xavier
Fontes: Asdrúbal Gomes – Recolhido em junho de 2022, Freguesia do S. João de Lourosa
Edição de som: Nuno Rato
Produção: No Fio da Palavra