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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Home » Notícias » Colunistas » O cemitério de políticos

O cemitério de políticos

 Esse pouco, esse tanto
15.04.23
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A TAP virou um sorvedouro de dinheiros públicos e transformou-se num cemitério de políticos.
Só olhando aos tempos coevos, Pedro Nuno Santos, o ex-ministro da tutela, conhecia tudo desde o início, mentiu com descaramento, desde o começo, e nem desconhecia o valor da indemnização paga a Alexandra Reis. Faltar à verdade com tanto descaro é descer ao grau zero da baixa política. Ponderadas todas as razões, é o maior cuplado de tudo. Se houver memória, fica apertado o caminho para primeiro-ministro, mesmo que o trajecto para secretário-geral ainda seja fácil.
Imaturidade e amadorismo calham bem a Hugo Mendes, secretário de estado, que pensou em suscitar apoio para a mudança de voo do Presidente da República, almejando simpatias soberanas. Um tal favor não lembrava ao careca, sendo certo que não é crível que o tenha feito directamente com o gerente da agência de viagens envolvida, dispensando companhias mais “respeitáveis”. Lograr impedir que a TAP se desse às falas com o ministério das Finanças foi a cereja em cima do bolo da maior irresponsabilidade.
João Galamba, o herói do lítio, que se deu ao desplante de promover uma inocente, mas secreta, reunião entre a CEO da TAP e o grupo parlamentar do PS, certamente para trocarem uns salgados, regados com um branquinho do Dão, deixando para fora de horas uma troca de ideias sobre a preparação da audição daquela na Comissão de Inquérito. Digamos que bondosas trapalhadas, pois que o objectivo final era tão somente dar uma ajudinha nas perguntas e respostas, visando aligeirar o provável ambiente pesado.
E o submarino Carlos Pereira, caladinho, mas com assento nas duas cadeiras.
No plano técnico, a justiceira Christine Ourmières, oportunista e calculista no superlativo, que não se poupou nas farpas ao governo e a um cínico ajuste de contas, depois de em Janeiro, quiçá para segurar o lugar e o chorudo bónus, ter omitido as suas críticas.
No meio do circo, estará Alexandra Reis a rir-se, que, à data, e depois de um mês passado sobre o parecer da IGF, ainda não sabe o que tem de devolver à TAP. Talvez prescreva…
Para que a barrigada de riso seja tonificante, que se saiba que doutas decisões do Estado foram tratadas por whatsApp.
É difícil encontrar algo mais risível, mas não impossível…
Com este governo, há sempre um disparate, uma falta de sentido de Estado, que confronta um distraído…

 Esse pouco, esse tanto

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