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O diretor executivo do SNS

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português
23.09.22
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 O diretor executivo do SNS

O Pessoa tinha razão no seu “Preconceito da Ordem”: Portugal precisa de um Indisciplinador que comece a fazer as coisas de maneira diferente. Temos agora a oportunidade do novo, um Diretor Executivo no SNS, quem sabe, o tal Indisciplinador? Desta vez, como era difícil apontar-lhe defeitos, porque o Homem tem obra feita, apareceu logo a ideia de que ele é melhor que o ministro. Somos um país de estatutos e títulos, onde ser ministro é o máximo e onde se paga nessa conformidade e não pelo valor do trabalho. Já esquecemos o caso do Paulo Macedo nas Finanças, tanta discussão á volta da sua elevada remuneração e afinal o Homem deixou um trabalho brilhante e que não tem preço. Se tivesse sido Ministro das Finanças, duvido que aquela reforma tivesse acontecido?

A missão e função do Diretor Executivo do SNS tem uma dimensão muito diferente do ministro. Uma é política, produz orientações de um governo, a outra é organizar e fazer funcionar a Instituição SNS; uma ainda usa o poder de mandar, a palavra, a outra tem o poder de fazer, ter que decidir e a sua palavra-chave é a relação; a política ainda não soube mudar a sua linguagem e rituais, a outra tem que dialogar com uma realidade complexa que muda diariamente; a política não é humilde, tem medo de errar e fazer diferente, o Executivo do SNS tem que usar a humildade e experimentar para fazer mais, melhor e diferente.

Há uma coisa que os médicos sabem melhor que ninguém! Que no corpo humano, a organização mais complexa do mundo, nada funciona com controlo central, existe um equilíbrio constante entre a ordem e o caos. Esse controlo vem de quem está ligado ás tarefas, dos profissionais da saúde e a inteligência está distribuída. Então o que se pede ao novo ministro é uma humildade inteligente para perceber esta diferença e o papel de ambos. Será esse o segredo do sucesso! É muito importante que esta experiência resulte e que no momento certo seja feita uma avaliação séria dos resultados. Que se analisem até as vantagens deste modelo noutros domínios cruciais da governação onde há dificuldade de fazer acontecer.

Damos demasiada importância aos cargos e pouca ao fazer; acreditamos que a aprovação de uma lei é o fim do problema, quando é apenas o princípio da solução; esquecemos que a realidade tem vida e precisa de muito mais que a intenção de reformas…É da Gestão da Vida que se trata!

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

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 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

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