bombeiros50
manuel pinheiro cvr dão
académico paços ferreira liga portugal
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas
Casas Bairro Municipal Viseu 3

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
March-711-4
6
novo comboio turístico viseu
Home » Notícias » Lifestyle » O que fazer em caso de febre?

O que fazer em caso de febre?

Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
pub
 Quinta de Lamego entre os finalistas nos ‘Óscares’ do turismo
12.12.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Quinta de Lamego entre os finalistas nos ‘Óscares’ do turismo
12.12.22
Fotografia: Jornal do Centro
Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
pub
 O que fazer em caso de febre?

Em termos clínicos “a febre” é um sinal, ou seja, um parâmetro objetivável. Não é, em si, um problema ou um diagnóstico. Pode ser, isso sim, indicativa de uma infecção subjacente ou, com menos frequência, uma patologia auto-imune ou neoplásica.
Febre pode ser definida como uma elevação da temperatura corporal habitual para a pessoa, ou seja, ? 1º acima do padrão habitual para cada um de nós. A temperatura normal no adulto varia entre 35.3 e 37.7ºC (média de 36.7ºC), quando medida na mucosa oral. Habitualmente tem um perfil circadiano, com alguma variabilidade individual, em que no final da tarde/início da noite a temperatura corporal é mais elevada do que durante a manhã, sendo isso considerado normal (variações habitualmente até 0,5ºC).

A medição na região axilar, região frontal, mucosa retal ou membrana timpânica (estas duas últimas com valores mais próximos da temperatura central) apresenta pequenas variações relativamente a este padrão e pode depender da técnica utilizada.
Em média utilizam-se os seguintes valores de temperatura para definir “febre”: retal ? 38ºC; timpânica ? 37.8ºC; axilar ? 37.6ºC; frontal ? 37.6ºC

Tentando abordar a febre de um modo prático, podemos dividir em 2 grandes campos: febre de curta ou longa duração.
No segundo caso, pode ser um problema em si mesma, que pode ou não ter uma causa subjacente não imediatamente objetivável (por exemplo um abcesso dentário, uma infecção de tecidos moles) ou uma febre de origem indeterminada. Portanto, caso tenha febre há mais de 3 semanas, objetivada com medições de temperatura acima de 38.3ºC em diferentes ocasiões, deve recorrer a uma avaliação médica para realização de exames de diagnóstico e, se necessário, internamento para estudo mais aprofundado.

A febre na doença aguda surge habitualmente como forma de o corpo ajudar a combater uma infecção. Nesse sentido, caso estejamos bem dispostos, não será necessário tomar qualquer medicação. No entanto, esses sintomas podem ser difíceis de suportar. Nessa altura podemos tomar um antipirético (medicamento para baixar a temperatura), tal como paracetamol ou ibuprofeno, citando os mais habituais. Estes medicamentos não ajudam a combater a infeção, mas apresentam-se como soluções para melhorar o nosso mal-estar perante esse combate. Podemos assim assumir que as mialgias (dor muscular), artralgias (dor articular), cefaleias (dor de cabeça) são sintomas relacionados.

Será de chamar a atenção para o facto de que a febre em contexto agudo é provocada, na maioria dos casos, por infecções víricas ou virais e passa naturalmente após 4 ou 5 dias. No entanto, poderá estar relacionada com uma situação mais grave em cerca de 5% dos casos. Nestes, encontra-se habitualmente associada a “sinais de alerta” que podem ser, entre outros: mau estado geral que não melhora com antipiréticos, alteração da consciência ou do comportamento habitual, a temperatura não baixar pelo menos 1 ou 1,5ºC com medicação adequada, intervalos entre picos febris inferiores a 4 horas, apresentar má perfusão das extremidades (lábios ou dedos arroxeados), exantemas petequiais, cefaleia intratável ou vómitos incoercíveis. Nestes casos deve consultar o médico de imediato
Os tremores ou “arrepios” surgem quando o hipotálamo regula a temperatura corporal para um nível acima do habitual e comanda o nosso corpo a aumentar a mesma. Tal como a transpiração aquando da descida térmica, não são sinal de alarme, caso sejam passageiros, pese embora possam ser recorrentes enquanto durar a febre.

Gostaria de referir, no entanto, que há situações em que estes princípios gerais devem ser adaptados, nomeadamente na pediatria (especialmente no que toca a crianças abaixo dos 3 meses de vida) e no caso dos idosos. Nos extremos da vida temos que valorizar ainda mais os sinais clínicos de alerta, não esquecendo que em idade mais avançada, mesmo em situações graves, a febre pode não estar presente como sinal de infeção por incapacidade do organismo aumentar a temperatura.
E não se preocupe se os seus filhos “curarem” mais rápido e suportarem melhor a febre: é um facto reconhecido que os adultos tendem a tolerar pior a elevação da temperatura do que as crianças.

Edgar Vaz, Especialista em Medicina Geral e Familiar no Hospital CUF Viseu

pub
 Quinta de Lamego entre os finalistas nos ‘Óscares’ do turismo

Outras notícias

pub
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Mercedes CLA 180d Coupé na Ncar da Litocar
  • Regional Economics - A economia de Região de Viseu
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
 Quinta de Lamego entre os finalistas nos ‘Óscares’ do turismo

Notícias relacionadas

Procurar