Weathered stone chapel with arched doorway and red-tiled roof, in a sunny courtyard.
Panel discussion at a charity/event inside a fire station, with a red fire truck behind and banners on the table centerpiece.
Viseu 2001 1
arrendar casa
Casas Bairro Municipal Viseu 5
janela casa edifício fundo ambiental

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
vinho_queijo_pao
vinhos adega vila nova tazem
A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
Home » Notícias » Diário » Ordem dos Médicos alerta para riscos do uso de Inteligência Artificial na saúde

Ordem dos Médicos alerta para riscos do uso de Inteligência Artificial na saúde

Bastonário Carlos Cortes diz que a inteligência artificial não pode substituir os médicos

Poster featuring a young woman with bold white text: 'A prevenção começa em si. Prepare-se e proteja-se dos incêndios rurais.' Promotes rural fire safety with logos at the bottom.
pub
 Lusitano de Vildemoinhos reforça defesa com contração de Ricardo Ferreira
17.05.25
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Lusitano de Vildemoinhos reforça defesa com contração de Ricardo Ferreira
17.05.25
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
pub
 Ordem dos Médicos alerta para riscos do uso de Inteligência Artificial na saúde

O bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, diz que a inteligência artificial (IA) não pode substituir um médico, alertando que ferramentas como o ChatGPT não estão habilitadas a fazer diagnósticos médicos.

“É fundamental afirmar que a IA não é, nem pode ser, um substituto do julgamento clínico, da experiência médica nem do contacto humano. O diagnóstico é parte essencial do ato médico, que envolve não apenas dados objetivos, mas também interpretação contextual, escuta ativa e empatia”, afirmou Carlos Cortes, em declarações à agência Lusa.

O bastonário acrescentou que a IA deve ser encarada como uma ferramenta de apoio à decisão clínica e não como agente autónomo de diagnóstico.

Carlos Cortes insiste que as ferramentas de IA não estão habilitadas a fazer diagnósticos, pois faltam “evidência científica robusta, mecanismos de validação rigorosos, e sobretudo, transparência algorítmica que permite aos médicos compreender e confiar nas decisões sugeridas”.

A Comissão para a Inteligência Artificial da Ordem dos Médicos salienta que “a adoção de IA na medicina só deve ocorrer com base em validação científica, com explicabilidade, responsabilização e supervisão médica contínua. A integração de IA nos fluxos clínicos exige o respeito por princípios éticos como a autonomia, a não maleficência e a justiça”.

Nos casos de diagnósticos errados o bastonário refere que as “consequências podem ser gravíssimas: atrasos no início de terapêuticas adequadas, agravamento de estados clínicos, exposição a tratamentos desnecessários ou inapropriados, sofrimento evitável e até perda de vidas humanas”, ao mesmo tempo que não assumem responsabilidade moral.

Além disso, a ausência de explicabilidade em muitos algoritmos dificulta a identificação de erros, esbate a fronteira da responsabilidade e ameaça a confiança dos doentes nos médicos e na medicina.

O responsável diz ainda que em Portugal não foram identificados casos em que o uso de IA tenha causado consequências clínicas relevantes, embora a ausência de casos não possa ser confundida com a ausência de risco.

“A implementação de tecnologias disruptivas exige vigilância, capacidade de auditoria, sistemas de reporte estruturado e regulação proativa”, até porque o país não dispõe de entidade dedicada ao acompanhamento da IA na saúde, representando uma “lacuna grave no setor onde estão em causa a segurança clínica, os diretos dos doentes e a integridade do ato médico”, conclui o bastonário.

As declarações do bastonário surgem depois de a plataforma espanhola Maldita ter alertado para a circulação em sites e redes sociais de depoimentos de pessoas que pediram diagnósticos a modelos de IA.

Alegações como “pedi ao ChatGPT para ler a minha mão e ele detetou cancro de pele” ou “ChatGPT diagnostica uma mulher com cancro um ano antes dos médicos” circulam nas redes sociais, afirmando que a ferramenta de IA é capaz de fazer diagnósticos médicos.

Contudo, os resultados dos chatbots de IA são baseados em probabilidades, os dados de treino podem não ser confiáveis e não podem fazer a análise abrangente que um médico faz, refere a plataforma.

pub
 Lusitano de Vildemoinhos reforça defesa com contração de Ricardo Ferreira

Outras notícias

pub
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Lusitano de Vildemoinhos reforça defesa com contração de Ricardo Ferreira

Notícias relacionadas

Procurar