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O PCP promete resistência e ir para a rua, já em março, para “ganhar forças” em defesa dos salários, das pensões, de uma maior justiça fiscal, do direito à habitação e para o “combate à política de direita”. Em Viseu, Filipe Costa, responsável da Direcção Regional de Viseu do PCP, fala num resultado em que houve uma quebra “muito pouco significativa de cerca de 80 votos” no distrito de Viseu relativamente a 2022 e que os 2 905 votos conquistados no último domingo são uma “expressão de resistência”.
“Foi um resultado que foi construído a pulso pelos candidatos, pelos ativistas da CDU e de todos os que ajudaram na campanha para o esclarecimento em relação ao que estava em causa nestas eleições. E são estes 2 905 votos que são uma expressão de resistência, relativamente ao quadro em que foi construído este resultado, um quadro que é marcado também pelo silenciamento e deturpação que são colocados no plano nacional nas posições do PCP, influenciando depois os resultados num plano regional”, explicou Filipe Costa. Para o dirigente comunista, que também pertence ao Comité Central, os resultados correspondem a uma correlação de forças que se construiu na Assembleia da República “favorável à defesa dos interesses do grande capital”. “O que vai estar em cima da mesa não será só o retrocesso do plano dos direitos, mas também o aprofundamento da política de direita”, alertou.
“O papel da CDU é precisamente esta expressão de resistência, seja qual for o quadro em que a CDU intervém com a força que tem, aqui no distrito com 2 905 votos, mas no país com mais de 200 mil e quatro deputados, esses votos e esses deputados contam para tomar a iniciativa em defesa dos salários, das pensões, de uma maior justiça fiscal, no direito à habitação”, prometeu.
É nesse sentido que, avisou, de 21 a 24 de março “temos já um conjunto de iniciativas de contacto com aqueles com quem andámos a conversar, contacto com os trabalhadores com as populações, no sentido de reunir e ganhar as forças necessárias para travar estes combates”.