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Padre de Viseu acusado de coação sexual e aliciamento de menor para fins sexuais

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 Padre de Viseu acusado de coação sexual e aliciamento de menor para fins sexuais - Jornal do Centro
10.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Padre de Viseu acusado de coação sexual e aliciamento de menor para fins sexuais - Jornal do Centro
10.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Padre de Viseu acusado de coação sexual e aliciamento de menor para fins sexuais - Jornal do Centro

O Ministério Público (MP) já deduziu a acusação contra o antigo padre de São João de Lourosa, em Viseu. Luís Miguel da Costa está acusado de dois crimes: coação sexual agravada na forma tentada e aliciamento de menor para fins sexuais.

Pelo crime de coação sexual agravada na forma tentada, Luís Miguel pode ser condenado até dois anos de cadeia. Já pelo crime de aliciamento de menor para fins sexuais, a pena pode ir até um ano.

A acusação foi feita pelo Ministério Público de Viseu, que encontrou provas suficientes para uma condenação do padre que teria a intenção de praticar atos sexuais com um jovem menor, mas não conseguiu.

As acusações remontam a março do ano passado. A vítima foi um jovem, na altura com 14 anos, que o sacerdote conheceu num convívio que ocorreu numa adega. O padre terá enviado mensagens escritas com teor sexual ao rapaz e tentado beijá-lo e apalpá-lo numa casa de banho. Os pais acabaram por apresentar queixa às autoridades.

As suspeitas levaram o bispo de Viseu, D. António Luciano, a afastar o pastor de todas as funções na paróquia que este dirigia e no seio da Igreja. O caso, que rebentou em outubro, foi investigado pela própria Diocese de Viseu, através da Comissão de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis. Já o Vaticano pediu para se aprofundar a investigação.

Quando o caso veio a público, o padre Luís Miguel usou as redes sociais para se defender, negando ser pedófilo. O sacerdote também terá levantado cerca de dois mil euros das contas da Igreja, numa altura em que já estava suspenso de funções.

A alegada vítima foi ouvida para memória futura em outubro do ano passado no Tribunal de Viseu.

O advogado de defesa do padre, Paulo Duarte, diz apenas que vai utilizar os meios processuais adequados, tendo em conta que discorda em absoluto da acusação, e confirma que vai pedir a abertura da instrução do processo.

Já a advogada do menor, Cristiana Rodrigues, afirma que os julgamentos são feitos em Tribunal e não na praça pública e acrescenta que não vai discutir este caso na praça pública. Refere ainda que, enquanto advogada de acusação, representando o menor e os pais, está empenhada em proteger crianças de viverem situações semelhantes e ainda o jovem. Já o bispo de Viseu está incontactável.

O caso surgiu numa altura em que tem havido crescentes preocupações com os alegados abusos sexuais na Igreja Católica portuguesa. Foi, entretanto, criada uma comissão independente que já recebeu centenas de denúncias de abusos sexuais no seio da Igreja.

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