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Paroquianos juntam-se para recuperar Convento de S. Francisco de Orgens

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 Autárquicas: Ruas (PSD) mantém vice-presidente e vereadores da cultura e educação, mas há nomes novos nas listas
08.04.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Autárquicas: Ruas (PSD) mantém vice-presidente e vereadores da cultura e educação, mas há nomes novos nas listas
08.04.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Paroquianos juntam-se para recuperar Convento de S. Francisco de Orgens

O Convento de São Francisco, em Orgens, Viseu, está a ser recuperado, uma obra que tem vindo sendo feita nos últimos anos e que vai sendo feita conforme “a disponibilidade”. Datado do século XV, este espaço sofreu várias transformações e teve várias vidas ao longo do tempo.
A requalificação começou na parte que era o refeitório do Convento e que terminou no ano passado. De acordo com o padre da paróquia, foram limpas as paredes e envernizadas as madeiras, intervenções feitas com a ajuda dos paroquianos.
O objetivo agora é o de recuperar e fechar o antigo claustro que está emparedado e de onde várias pedras e vigas foram retiradas para construções particulares.

Fundado em 1410, o Convento de Orgens foi um dos primeiros a ser edificado pela ordem dos franciscanos capuchos.
Do antigo mosteiro apenas subsiste a Igreja de São Francisco, parte do refeitório e o lageado do claustro. A sacristia é um dos locais mais bem preservados do convento. Foi restaurada há uma década e guarda ainda no teto a passagem da vida São Francisco de Assis.
Apesar das mudanças ao longo dos tempos, foram feitas obras de grande vulto no velho Mosteiro de Orgens, primeiro em 1672-73 e, depois, em 1741-49, como relata a Diocese sobre a história deste monumento. Concluídas estas obras, o renovado Mosteiro de S. Francisco passou a ter dormitórios com vinte celas, livraria, hospedaria e varandas sobre o claustro.

A “vida” deste mosteiro viria a terminar em 1834, com o Decreto de 30 de maio do Ministro da Justiça, José António de Aguiar, que ditava “imediata extinção de todas as casas de religiosos” e incorporação dos seus bens na Fazenda Nacional.
A quinta onde se situava, foi vendida pelo governo, em 1834, a um particular, que destruiu parte do convento. As obras visam a sua recuperação e adaptação à vida religiosa. Na Igreja, ainda hoje se realizam cerimónias religiosas.

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